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Camisinha feminina em gel

Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma "camisinha molecular" para mulheres em forma de gel para proteger contra a infecção pelo vírus HIV, causador da Aids.

Segundo os cientistas que participam do projeto, a camisinha em gel seria aplicada na vagina antes da relação sexual.

Ao entrar em contato com o esperma, o gel liberaria uma substância anti-viral que atacaria o HIV e formaria uma rede que impediria a passagem do vírus.

Em um estudo publicado na revista científica Advanced Functional Materials, os cientistas testaram o material em células vaginais humanas e comprovaram que ele bloqueia a passagem das partículas de HIV.

A equipe de pesquisadores vem trabalhando no desenvolvimento da camisinha feminina em gel há vários anos.

Segundo Patrick Kiser, que coordena a pesquisa, o gel seria particularmente útil para os países africanos, onde o uso de preservativos tradicionais é relativamente baixo.

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Brasil entre os piores


O Brasil ocupa um dos piores lugares no ranking de percepção de suborno transnacional divulgado no dia 09, pela organização não-governamental Transparência Internacional. Na lista, que classifica os 22 principais países exportadores segundo a propensão de suas empresas de pagar subornos quando fazem negócios no exterior, o Brasil está em 17º lugar, empatado com a Itália, à frente apenas de Rússia, China, México e Índia e atrás de nações como Taiwan e Coréia do Sul.

O ranking do Índice de Fontes de Suborno foi elaborado a partir de entrevistas com 2.742 executivos de 26 países desenvolvidos e em desenvolvimento, escolhidos segundo o volume de importações e a entrada de investimento estrangeiro direto. As entrevistas foram realizadas entre 5 de agosto e 29 de outubro de 2008.

A principal percepção destacada pela Transparência Internacional é a de que as empresas das potências econômicas em ascensão - como as que compõem o grupo conhecido como Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) - recorrem "habitualmente" ao suborno quando fazem negócios no exterior.

A Transparência Internacional ainda sublinha que "as empresas que operam no setor de obras públicas e construção são as mais propensas à corrupção do setor público e a exercer uma influência indevida sobre as políticas, decições e práticas dos governos". Outros setores onde a prática é especialmente comum são o imobiliário e o petrolífero.

A pesquisa aponta os partidos políticos como as instituições mais afetadas pela corrupção. Em seguida vêm os parlamentos e o setor privado. Na lista, Bélgica e Canadá estão empatados em primeiro lugar, como os países cujas empresas têm o menor índice de suborno.

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Fique mais inteligente


Gostei da pesquisa. Interessante.
Dá para concluir que não devo ter sequer um neurônio nessas alturas do campeonato, quando se trata de futebol. Não consigo gostar do dito esporte a não ser o de salão. Vendo a nossa seleção jogando então, piorou. Decepção pura. Mas, voltando a pesquisa, conclui-se também, que no caso da nossa seleção, a coisa só funciona prá quem assiste mesmo. Valha-me Deus!


"Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, sugere que participar ou assistir a eventos esportivos aumenta a inteligência.

Os cientistas monitoraram as funções cerebrais de jogadores e torcedores de hockey no gelo e chegaram à conclusão de que, quando os participantes do estudo falavam sobre seu esporte favorito ativavam mais partes do cérebro, comparando com conversas normais.

Detalhando mais o método da pesquisa, foi observado que, quando jogadores e torcedores escutavam conversas sobre esporte, passavam a usar partes do cérebro que costumam ser associadas ao planejamento e controle de movimentos, além de serem relacionadas a outras atividades físicas.

A incorporação dessas áreas cerebrais ao processamento da conversa ajudou os participantes a desenvolver sua comunicação oral, possivelmente porque ensaiar os movimentos mentalmente os ajuda a melhorar sua linguagem.

A pesquisa foi divulgada na revista Proceedings of the National Academy or Sciences e incluiu ainda um grupo de controle que nunca havia participado do jogo ou assistido a uma partida.

Os especialistas afirmam que as conclusões podem ter implicações ao aprendizado, já que mostram que o cérebro dos adultos pode ser mais flexível do que se acreditava. ..."


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