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Hipertensão: entenda o que provoca a pressão arterial elevada.

 

A pressão alta ou hipertensão é geralmente um distúrbio assintomático. Isso significa que, habitualmente, não há desenvolvimento de sintomas, a menos que seja grave ou de longa duração. O fato é que a elevação anormal da pressão nas artérias aumenta o risco de distúrbios como acidente vascular cerebral (popularmente conhecido por derrame), ruptura de um aneurisma, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio e lesão renal.

Quando se mede a pressão arterial, registam-se dois valores. O maior mede a contração do coração (a sístole, ou a força que o coração faz para bombear o sangue); o menor indica o relaxamento entre um batimento e outro (diástole) e, por tabela, a resistência que a artéria oferece à passagem do sangue. A notação para indicar a pressão arterial traz a medida da pressão sistólica seguida de uma barra e, em seguida, a pressão diastólica. Por exemplo, 120/80 mmHg (milímetros de mercúrio), ou simplesmente “doze por oito”.

A pressão arterial elevada ocorre com uma pressão sistólica sustentada e em repouso igual ou maior que 140 mm Hg, uma pressão diastólica igual ou maior que 90 mmHg, ou as duas coisas ao mesmo tempo. Aliás, na hipertensão em geral tanto a pressão sistólica como a diastólica estão nessas faixas ou além delas.

Para configurar um quadro hipertenso, tanto o coração pode bombear com mais força, ejetando mais sangue a cada minuto, quanto as artérias podem ficar rígidas, não se expandindo para permitir a passagem do sangue bombeado pelo coração. Assim, o sangue ejetado em cada batimento cardíaco é forçado através de um espaço menor que o normal. Uma terceira forma de elevação da pressão é quando os rins funcionam mal e são incapazes de remover a quantidade adequada de sal e água do organismo. O volume de sangue no corpo aumenta e a pressão arterial também.

Em praticamente todos os indivíduos a pressão arterial aumenta com a idade, com a pressão sistólica aumentando até os 80 anos de idade e a pressão diastólica aumentando até os 55 ou 60 anos.

 

Fonte: Manual Merck, via My Blog Health

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Sexo faz bem ao coração

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Um estudo publicado esta semana no "American Journal of Cardiology" garante que o sexo não faz bem apenas para o relacionamento. As relações sexuais também ajudam a proteger o coração. No levantamento feito por médicos do New England Research Institutes, homens com uma vida sexual menos ativa tinham uma incidência maior de distúrbios como a disfunção erétil, o colesterol alto e hipertensão.

Segundo a pesquisadora Susan A. Hall, coordenadora do estudo, fazer sexo de duas a três vezes por semana pode ter um efeito protetor para o coração por alguns motivos. Além de poder ser considerado um exercício de intensidade moderada, os hormônios liberados após a ejaculação ajudam a equilibrar uma série de funções metabólicas. Para os pesquisadores, homens com mais disposição para o sexo costumam ser menos sedentários e cuidam melhor da saúde.

Por outro lado, uma vida sexual pouco ativa pode sinalizar a fase inicial de problemas físicos, em especial os ligados ao sistema cardiovascular, como infartos, derrames e pressão alta. A capacidade de ter relações sexuais pode ser um marcador para a saúde em geral. E dizem que, provavelmente, os homes ativos sexualmente têm relacionamentos íntimos, com parceiros regulares, o que ajuda a reduzir o estresse.

O resultado do estudo mostrou que homens que fazem sexo em média uma vez ao mês têm o dobro dos problemas de saúde dos homens que fazem sexo duas ou mais vezes na semana, independente da idade. Estudos anteriores já demostraram que uma vida sexual pouco ativa pode indicar doenças silenciosas como a diabetes.

A pesquisa, parte do "Massachusetts Male Aging Study", foi feita com 1.165 homens com idade média de 50 anos, sem histórico de doenças no coração no início do estudo. Os participantes foram acompanhados por 16 anos, em média. Para Susan Hall, o estudo é um alerta para os homens.

"A perda da libido masculina e a disfunção erétil costumam estar associadas à fase inicial de algumas doenças crônicas perigosas. Por isso, se o desejo diminuiu, o ideal é procurar um médico para descobrir a causa do problema e receber o tratamento adequado", escreveu a pesquisadora no artigo.

 

Pois bem, moçada. O negócio é namorar muuuuuuuuuuuito.

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