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De volta!



De volta em casa depois de mais de uma semana fora. Agora é esperar e se preparar para o Natal. Prá isso: fazer compras, aguentar filas intermináveis nos supermercados, a falta de educação nos estacionamento dos Shoppings, gente se pisando prá todo lado. 

Sinceramente? Detesto essa época do ano. As únicas coisas de que gosto são: a cidade toda iluminada e funcionando à noite e das frutas. Sim, é a melhor época. As frutas de que mais gosto são dessa estação. Uva, manga, pêssego, nectrina. 

De resto? Passaria sem. É consumismo só. Depois do Natal todo mundo volta a ser frio, sem consideração, egoísta, egocêntrico. O significado da data está muito longe do que se vê. O espírito do Natal tem preço e está nas vitrines das lojas. Infelizmente.

Enfim, enquanto temos os nossos para comemorarmos o dia juntos e todos com saúde, é o que basta, é o que realmente tem valor.
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'E-comerce' - vendas superiores

O comércio eletrônico (e-commerce) já desbanca a alta nas vendas das lojas de rua no Brasil. Com o alto potencial de consumo no País, as vendas pela Internet crescem em um piscar de olhos e se tornam um canal de vendas cada vez mais significativo. Na rede de livrarias francesa Fnac, por exemplo, as vendas eletrônicas brasileiras já superaram as feitas pela rede na Itália, Suíça, Portugal, Bélgica e Portugal, somadas.

Segundo a pesquisa da Ibope/NetRatings, divulgada recentemente, no período de um ano, o Brasil ganhou 7,1 milhões de novos usuários ativos mensais de Internet em domicílios, o maior crescimento entre os dez países analisados pelo estudo, superando novos internautas nos Estados Unidos e na França; logo, esse mercado deve vivenciar um boom nos próximos anos. Em 2007, o setor movimentou R$ 13 bilhões no País, segundo especialistas.

De acordo com o diretor da Fnac.com, Jérôme Pays, as vendas do e-commerce cresceram 150% no ano passado, enquanto o crescimento total da rede foi 30%. "É o canal que mais cresce; o mercado é muito dinâmico e só deve ampliar com a inclusão digital e um número cada vez maior de pessoas com acesso à banda larga", diz ele. O executivo afirma que o Brasil é o País em que as vendas mais crescem e onde a rede francesa mais investirá. "O Brasil possui um mercado maduro e a Fnac está investindo pesadamente nesse canal nos últimos anos, ganhando maior participação", declarou, sem abrir valores.

O e-commerce ainda oferece à rede uma cobertura geográfica maior, pois pode atingir consumidores com alto poder aquisitivo em todo o Brasil. O diretor destaca que a rede é a maior vendedora da marca Apple no Brasil, por exemplo, mas que, apesar de reconhecida, a marca de computadores não pode ser encontrada em todo o País. Já com a Internet, a comercialização desses produtos é democratizada. Hoje, a Fnac possui sete lojas, entre São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba, e deve abrir outras em Porto Alegre (RS), ainda este ano.

As redes supermercardistas também correm atrás da concorrência e entram no e-commerce. [...]
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