
O grito que marca a identidade do personagem Tarzã há décadas poderá ser utilizado sem restrições por qualquer pessoa ou empresa em toda a União Européia. Depois de uma batalha judicial que se arrastou por dez anos, o Escritório para Harmonização do Mercado Interno (OAMI, na sigla em inglês), responsável pelo controle de patentes no bloco, concluiu que o som símbolo do rei das selvas não cumpre os requisitos para ser uma marca registrada, como solicitavam os herdeiros do americano Edgar Rice Burroughs, criador do personagem.
Se o pedido fosse aceito, a empresa Burroughs poderia faturar milhões de euros vendendo os direitos autorais do grito de Tarzã para campanhas publicitárias, jogos de vídeo, brinquedos, sons de telefone e outros fins. Entretanto, a OAMI alega que o grito criado para o personagem não se enquadra na legislação européia, que permite o registro de sons que possam ser representados em notas musicais. Mas o escritório londrino não dá a luta por terminada: dará entrada em um novo processo, ...


















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