Pesquisadores do Instituto Fraunhofer, da Alemanha, descobriram um jeito de codificar sinais sem fio de frequência visível na luz que é gerada por lâmpadas, tornando-a em uma fonte de banda larga.
A rede sem fio de frequência visível faz todas as luzes de uma sala piscarem de uma forma tão leve que o olho humano não consegue detectar.
Como as lâmpadas incandescentes e fluorescentes não piscam muito rápido, os pesquisadores usaram luzes de LED (diodo emissor de luz), revelou nesta quinta-feira (11) o site Science Daily.
Embora os LEDs tradicionais possuam uma largura de banda limitada, os cientistas conseguiram expandi-la ao filtrar tudo, menos a luz azul.
No laboratório do instituto, a equipe de pesquisadores baixou dados a uma velocidade de 230 megabits por segundo, um recorde para redes sem fio visíveis usando LEDs comerciais, comparável a conexões sem fio de rádio de alta capacidade.
Com um sinal de modulação melhor, os pesquisadores dizem que são capazes de dobrar esta velocidade. O que significa que, no futuro, conexões de altíssima velocidade podem estar ao alcance do interruptor.
Segundo os cientistas, não é que haja algo de errado com as redes Wi-Fi, que operam em radiofrequência. Mas é que elas usam uma banda limitada restrita a apenas algumas frequências.
Além disso, o Wi-Fi também vaza pelas paredes, um benefício para para hackers, mas um problema para quem precisa de um sinal seguro e livre de interferência.



















1 comentários: on "Lâmpada de LED e banda larga"
O primeiro passo de verdade para o computador óptico comercialmente viável.
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