
O curauá, vegetação típica da Amazônia, é usado na fabricação de peças para nove modelos da indústria automobilística. Parecido com o abacaxi, substitui a fibra sintética.
A ligação entre o curauá e a indústria automobilística começou em 1999, quando Karl Hirtreiter, executivo alemão da Volkswagen à época responsável pelo projeto de desenvolvimento do modelo Fox, exigiu dos fornecedores da companhia a utilização de materiais mais amigáveis ao planeta. Sem a menor ideia de como atender ao pedido, funcionários da Pematec, fabricante de autopeças, foram parar na Alemanha em busca de novas tecnologias. Lá, foram informados por executivos europeus que a solução para o desafio imposto pela montadora estava mais próxima do que imaginavam.
Assista ao vídeo e veja o processo de transformação do curauá:


















1 comentários: on "O curauá e a indústria automobilística"
Nos anos 1980, alunos de engenharia mecânica da USP construíram uma picape totalmetne feita com fibra de bananeira, batizado como Manacá. Isto aí é só o começo, estão sub utilizando a fibra do côco com vasinhos para plantas, já a fibra da paineira é praticamente desprezada.
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