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Caixas eletrônicos compartilhados

 

O compartilhamento dos terminais externos de autoatendimento de Bradesco, Banco do Brasil e Santander não terá custo adicional para os clientes dos bancos. "O impacto para os clientes é nulo ou benéfico. Nós teremos não só mais máquinas, como máquinas em mais locais". De acordo com ele, o uso desses equipamentos está previsto nas cestas de tarifas de cada um dos bancos.

Em entrevista com jornalistas nesta quinta-feira, executivos dos três bancos afirmaram que, seguindo os padrões internacionais, a parceria deve gerar uma redução de 20% nos gastos com a rede externa de atendimento. O foco da parceria será reduzir os custos com a manutenção desses equipamentos e aumentar a conveniência dos clientes.

União de caixas eletrônicos de BB, Bradesco e Santander deve sair até julho
BB, Bradesco e Santander vão partilhar caixas eletrônicos

A parceria anunciada hoje inclui 11 mil caixas localizados em shoppings centers, supermercados, postos de combustíveis, entre outros. Ao todo, os três bancos possuem 15 mil terminais externos --dentro os quais 4 mil não entram no acordo-- e outros 75 mil internos, que, por enquanto, não farão parte do acordo.

Os primeiros terminais de compartilhamento devem entrar em funcionamento em cinco meses. De acordo com os executivos, a tendência é que em locais em que haja mais de uma máquina dos três bancos seja mantido apenas um caixa e os outros equipamentos sejam reinstalados em locais que ainda não possuem terminais.

Candido Leonelli, diretor-gerente do Bradesco, ressaltou que a parceria não diminui a concorrência entre os bancos. "Hoje nós temos a maturidade de entender o que é diferencial competitivo e o que é comodidade para os nossos clientes. Concorrência se faz no relacionamento", afirmou.

De acordo com Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente de novos negócios do BB, os caixas externos representam 15% de todos os terminais de autoatendimento dos bancos. No balanço, porém, os ATMs externos respondem por 30% dos gastos com os equipamentos.

Cafarelli afirmou que no BB os custos com todos os terminais somam R$ 1 bilhão por ano --assim, cerca de R$ 300 milhões seriam gastos apenas com os ATMs externos.

Os executivos disseram ainda que será constituída uma nova empresa para administrar a nova marca que surgirá da parceria. Os bancos vão realizar uma licitação para escolher uma empresa para operar a rede compartilhada. Uma das possibilidades levantadas por eles seria a administração pela Tecban, que hoje opera a rede 24 horas.

Outros bancos

Caffarelli afirmou que os bancos brasileiros negociam o compartilhamento de terminais de atendimento há dez anos. Segundo ele, porém, a proposta de incluir todas as instituições em um acordo não estava evoluindo e, então, BB, Bradesco e Santander optaram por fechar parceria.

"Nunca conseguimos fazer funcionar. E se não está funcionando desse jeito, nós vamos fazer funcionar de outro jeito", disse. Ele ressaltou, porém, que a consolidação da rede compartilhada vai permitir que outros bancos entrem na parceria.

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BB e Nossa Caixa

Banco do Brasil comprou a Nossa Caixa por mais de 5 bi.

Aguardem e apertem os cintos... 2009 será um ano terrível prá economia.
Oremos!!!
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Zé Dirceu abriu o jogo


Reportagem da revista Piauí que chegou nesta quinta às bancas no Rio de Janeiro e São Paulo traz uma revelação bombástica do ex-ministro José Dirceu: a sede do PT gaúcho "foi feita só com dinheiro de caixa dois". O trecho a seguir, retirado do texto de 12 páginas sobre o ex-homem-forte de Lula, é demolidor: "A construção da sede do PT, em Porto Alegre, 'foi feita só com dinheiro de caixa dois. Era com mala de dinheiro'. [Dirceu] Lembrou que quando foi feita a denúncia, que atingia em cheio o governo de Olívio Dutra, 'a gente estava com eles, não os abandonamos em nenhum minuto'."A matéria, da jornalista Daniela Pinheiro, traz ainda comentários amargos do ex-ministro se queixando do fogo amigo da companheirada petista: "Sobre as críticas de outras correntes do PT em relação ao mensalão: 'Esse pessoal é assim. Chegava para o Delúbio e falava: 'Delúbio, preciso de 1 milhão'. Como é que alguém vai arrumar esse dinheiro assim, de uma hora para outra?', disse, referindo-se ao ex-tesoureiro do partido sob a acusação de ter montado o esquema irregular de financiamento de campanha. 'Aí, quando não recebiam o dinheiro, diziam que estavam sendo preteridos porque eram de uma outra corrente, de uma outra ala, que a direção era autoritária. O pobre do Delúbio tinha que ir aos empresários conseguir doações. Aí, estoura o mensalão e esse pessoal vem dizer que o Delúbio era o homem da mala. O que não dizem é que a mala era para eles'."


By: Blog do Diego.
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