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Sanitário seco faz sucesso

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O vaso sanitário como o conhecemos pode estar com os dias contados. Se depender de um grupo de ecologistas que está fazendo barulho contra as privadas atuais, no futuro nenhuma gota de água será desperdiçada e, como bônus, todos terão fertilizante grátis para o jardim. Como? Simples. Vá ao banheiro, faça o que precisa ser feito e, em vez de dar a descarga, carregue uma pá com serragem para despejar no fundo do vaso sanitário. Em condições ideais de umidade e temperatura, essa mistura vai se decompor e virar adubo dentro de um compartimento sob a própria privada.

"O único problema contra a compostagem humana é o preconceito", diz o escritor e marceneiro americano Joseph Jenkins, de 57 anos, principal porta-voz do "sanitário seco", também conhecido como "sanitário de compostagem" (o nome técnico da decomposição de matéria orgânica para a produção de adubo). Jenkins ficou conhecido como Mr. Humanure (trocadilho com human, "humano", e manure, "excremento").

O grande trunfo do sistema é evitar a contaminação da água. É com essa bandeira ambiental que Jenkins vende a ideia do cocô reciclado. Seu livro Humanure handbook: a guide to composting human manure (algo como Manual para compostar excremento humano) faz sucesso entre ambientalistas.
Depois do livro, algumas iniciativas surgiram nos Estados Unidos para colocar a ideia em prática. Em julho, a ONG Rizhome Collective ganhou uma licença para construir o primeiro banheiro ecológico "oficial" do Texas. Parte da população achou a ideia nojenta. Mas um argumento derrubou a resistência: o sanitário seco economizaria energia gasta no tratamento de água e esgoto. A prefeitura cedeu. Na Califórnia, a empresa McPoop (em inglês, poop é cocô) fez um acordo para montar banheiros secos em eventos públicos. Para convencer a vigilância sanitária, usaram o argumento de que um banheiro químico é a versão moderna da fossa medieval.

E qual é o cheiro do sanitário seco? Supostamente, nenhum. Quando o sistema funciona corretamente, uma reação química entre o nitrogênio das fezes e o carbono da serragem cria uma mistura estável e inodora. Para convencer as pessoas a aderir ao W.C. seco, ativistas fizeram em Chicago, nos EUA, uma experiência. Propuseram o uso do banheiro seco a 35 vizinhos: 22 deles aceitaram. O resultado foi uma "doação" de mais de 7 mil litros de excremento. No Brasil, já existe uma iniciativa: em Pirenópolis, Goiás, o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado criou um projeto de nome sugestivo: Húmus Sapiens. São banheiros secos, de alvenaria, que custam metade do valor de um banheiro tradicional.

Nenhuma dessas ideias, no entanto, prenuncia a abolição da descarga. "A maioria das leis sanitárias diz que você deve se livrar dos dejetos humanos", diz Jenkins. "Isso impede projetos em larga escala." Outro entrave é a necessidade, no caso dos sanitários secos compactos, de um compartimento externo para a compostagem propriamente dita. Num apartamento pequeno, a reciclagem de fezes é inviável. Ao menos para quem não quer encrenca com a vigilância sanitária.

A ideia do sanitário seco é antiga. Em 1869, impressionado com o perigo de contaminação das fossas abertas, o padre inglês Henry Moule criou um sanitário seco parecido com os atuais. Com a invenção da válvula de descarga, no início do século XX, o sanitário seco caiu em desuso. Mas os discípulos de Moule ainda existem. Joseph Jenkins é um deles. Além de escrever, ele vende seus próprios sanitários compactos. Com aparência de um cubo de madeira, custam R$ 350. O assento acolchoado é opcional.

 

By: Época.

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Reciclagem e economia


A Owl Power Company, é uma empresa americana, fabricante de sistemas de energia limpa, No início desse ano, lançou uma engenhoca interessante, o Vegawatt.

Trata-se de um equipamento que transforma óleo de cozinha usado em energia elétrica e água quente. Boa idéia para hotéis, restaurante, lanchonetes e afins.

A máquina gera de 10% a 25% da energia elétrica necessária para os estabelecimentos, segundo a fabricante. Além da economia, o sistema ainda dá fim para um dos mais poluentes resíduos do segmento de food service: o óleo usado em frituras.

O Vegawatt pode ser financiado por US$ 435 mensais, durante cinco anos. A economia esperada é de US$ 850 por mês. Quem tem dinheiro em caixa, também pode pagar US$ 22.000 à vista e recuperar o investimento em três anos.




By: Papo de Empreendedor .
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Ecologia Reciclável - Troca-troa

Vamos ao 1º Troca-troca de 2009.

O post que se segue veio da querida Mônica, dona do blog Trapo Chic , que por sinal é uma graça, com camisetas muito bem boladas. Aproveitem e dêem uma espiadela por lá. Valerá a pena.



Muitas vezes vemos notícias sobre desmatamentos , sobre lixos e entulhos jogados ao relento em aterros sanitários o que ocasionam todo o tipo de doenças, insetos etc e nada podemos fazer para que isso não se torne um desastre ecológico , será mesmo que não podemos fazer nada?

Não há como não produzir lixo, fazemos isso a todo instante. Cada pessoa produz cerca de 300 quilos por ano.

O tempo que a natureza leva para decompor alguns dos produtos...

Papel: de 3 a 6 meses;
Pano: de 6 meses a 1 ano;
Filtro de cigarro: 5 anos;
Chiclete: 5 anos;
Madeira pintada: 13 anos;
Nylon: mais de 30 anos;
Plástico: mais de 100 anos;
Metal: mais de 100 anos;
Borracha: tempo indeterminado;
Vidro: 1 milhão de anos.

Como um processo inexorável, o lixo tornou-se um problema de difícil solução, que exige a reeducação e comprometimento do cidadão.

Podemos diminuir essa produção reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva. Que tal evitar certas “conveniências” e ao invés de aceitar a sacola de plástico você não carregar sua própria sacola de pano? È uma iniciativa , afinal cada um tem que fazer sua parte! Experimente você também , faça sua parte!!

A idéia é construirmos um mundo melhor, certo? Cremos que um futuro melhor seja o resultado de um presente mais responsável. Individualmente responsável. Contamos com você!

Fonte: lixo.com.br ; ciaeco.com.br
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