Mostrando postagens com marcador ibge. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ibge. Mostrar todas as postagens

Brasil ainda vive apagão digital...


Apesar do acesso à internet ter melhorado no Brasil, cresceu 75,3% entre 2005 e 2008 , o país ainda vive um apagão digital: 104,7 milhões de pessoas com dez anos ou mais de idade não usam a grande rede, 65,2% do total, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Domicílios (Pnad) 2008 divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [...]
read more...

Salário no Brasil…

A distribuição dos empregados por faixa de salário nas empresas e outras organizações ativas no Brasil, em 2007, revela que 36% dos assalariados ganhavam até dois salários mínimos.

O levantamento, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra ainda que 20,5% recebiam entre 2,1 e três salários, 27,3%, de 3,1 a quatro, e apenas 16,2% ganhavam acima de quatro salários. Há dois anos, existiam no Brasil 36,7 milhões de assalariados.

“Isso tem relação com a atividade econômica que as pessoas exercem”, esclareceu a economista Denise Guichard, gerente de análise do estudo Estatísticas do Cadastro Central de Empresas 2007 (Cempre).
O Cempre mostra que algumas atividades, como bancos de investimento e de desenvolvimento, são as que pagam mais – 32,9 e 25,9 salários mínimos por mês, respectivamente, seguidas do setor de petróleo, com destaque para fabricação de produtos de refino (25 salários mínimos).

Na administração pública, os destaques em termos de pagamento de salários foram as atividades de relações exteriores (28,6 salários mínimos mensais) e justiça (16,5 mínimos).

“Há uma grande diferença salarial no país”, confirmou Denise. Você tem muitas atividades com pessoas concentradas ganhando pouco e tem outras atividades, por outro lado, que pagam muito bem. Mas, só 16,3% conseguem receber acima de quatro salários.”

O cadastro mostra também o grau de concentração populacional, em 2007, em capitais como Boa Vista, onde o pessoal ocupado assalariado tinha participação de 92,1% na economia local, enquanto em Florianópolis (SC), a participação do pessoal ocupado era de apenas 14,1%. [...]

read more...

Divórcios crescem em 200%


Para cada quatro casamentos realizados em 2007, foi registrada uma separação. É o que mostra a "Estatística do Registro Civil", divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). De acordo com o estudo, em 2007, foram realizados 916.006 casamentos no país, 2,9% a mais do que em 2006. Já o número de dissoluções - soma dos divórcios diretos sem recurso e separações - chegou a 231.329, a maior taxa na série mantida pelo IBGE desde 1984.

Em 23 anos, a taxa de divórcios teve crescimento superior a 200%, passando de 0,46%, em 1984, para 1,49%, em 2007. Em números absolutos, os divórcios concedidos passaram de 30.847, em 1984, para 179.342 em 2007. Em 2006, esse número foi de 160.848.

By: O Globo.

read more...

Capitais - 25% do PIB


Apenas cinco dos 5.564 municípios brasileiros - São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Belo Horizonte - representavam, juntos, 25% do PIB brasileiro em 2005, segundo dados referentes ao Produto Interno Bruto, divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este ranking manteve-se inalterado desde 2003.

A liderança na lista era de São Paulo, com 12,26% do total das riquezas produzidas no país, enquanto o Rio de Janeiro vinha em segundo, com 5,54%. A seguir apareciam Brasília, com 3,75%, Curitiba, com 1,39%, e Belo Horizonte, com 1,32%.

O Rio de Janeiro liderou o ranking das perdas de participação percentual no PIB nacional de 2004 para 2005, passando de 5,8% para 5,5%. Nesse mesmo intervalo, São Paulo aumentou sua participação de 11,7% para 12,27%¨.

Na comparação entre 2002 para 2005, o Rio tamblidera a lista de perda (queda de 0,6%) seguido de São Paulo (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Goiânia (GO) e Fortaleza (CE). Segundo o IBGE, na maioria dos casos, o movimento seguiu a tendência de perda de participação no PIB nacional por parte das capitais. Em São José dos Campos, a queda foi fortemente influenciada pela performance da indústria aeroespacial.
[...]
read more...
Related Posts with Thumbnails