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Suicído pela TV

Craig Ewert em suicídio assistido (Foto: Ian Kerr/Point Grey Pictures)

O público britânico assistiu pela primeira vez, na noite dessa última quarta-feira, a imagens de um paciente terminal realizando um suicídio assistido.

O documentário canadense The Suicide Tourist (O Turista Suicida, em tradução livre), rebatizado na Grã-Bretanha como Right to Die? (Direito de morrer?, em tradução livre), mostra o professor universitário americano Craig Ewert tomando uma mistura de sedativos e em seguida se desligando dos tubos que o mantinham respirando. Cerca de 45 minutos depois, ele morre.

O filme, que foi ao ar pelo canal a cabo Sky Real Lives, provocou polêmica antes mesmo de ser exibido, com críticas vindas dos setores contrários ao suicídio assistido.[...]

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Os perigos da Internet


O título do post é o mesmo do artigo. Discordo dele. Culpar a internet é simpels demais. O perigo está na maldade do ser humano, no seu sadismo, egocentrismo, egoísmo. A falta de respeito com o próximo, isso sim é perigoso, é cruel.

O suicídio de dois jovens americanos nos últimos dias tem trazido à tona a discussão sobre os perigos dos saites de relacionamento da Internet quando não são bem administrados por seus usuários. Professores e psicólogos estão sempre alertando os pais para que conversem com os filhos sobre como se comportam na Internet e com que tipo de pessoas se relacionam. 

Evidentemente, sem entrar na privacidade deles, é necessária uma certa vigilância para evitar até que tragédias aconteçam. 

Este foi o caso de uma menina no Missouri, EUA, de apenas 13 anos, Megan Meier, que se matou vítima de um trote no site My Space. O pior é que a responsável foi uma mulher de 49 anos, Lori Drew, vizinha dela, que junto com a filha e um amigo criaram um personagem fictício dando até um nome a ele, Josh Evans. Durante semanas, num plano maquiavélico, o tal “rapaz” criou um relacionamento amoroso com a garota, mandando fotos fictícias, falando de amor e da vontade de se encontrar com ela.

Megan, que tinha problemas de depressão, cada vez mais ansiosa, foi criando uma enorme expectativa em torno do "namorado virtual", até que um belo dia, num golpe certeiro para acabar de vez com a auto-estima da menina e fazê-la sentir-se humilhada, "Josh" deu-lhe o fora dizendo que nunca mais queria falar com ela, que não haveria encontro nenhum e que simplesmente a desprezava.

Desesperada e decepcionada com o que ela já estava considerando um namoro caiu em total depressão, o que a levou ao suicídio. Enforcou-se no banheiro de casa com um cinto. A polícia descobriu que o tal rapaz era, na verdade, a vizinha Lori - que, se condenada, pode pegar 20 anos de cadeia pela "brincadeira" de mau gosto. A mãe de Megan não se perdoa por não ter sido mais atenta à movimentação da filha pré-adolescente no computador.

As informações são do site Direto da Redação, editado em Miami. O texto é da jornalista Leila Cordeiro. Ela relata também outro caso de suicídio:

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Sem graça



Incrível. Não é raro um comediante se suicidar. O que levaria um ator desses a fazer isso? A vida perdeu a graça? Ainda bem que Owen só ficou na tentativa.
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