Homenageando a cultura milenar chinesa, a Ferrari fabricou um o carro pintado à mão para lembrar uma peça de cerâmica da dinastia Song, que governou a China entre os séculos 10 e 13.
O design é do artista contemporâneo chinês Lu Hao, ele mesmo dono de uma Ferrari.
"É linda", disse o ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher, que fez a apresentação do carro à plateia.
Schumacher venceu cinco de seus sete títulos mundiais na escuderia italiana.
"Muita potência, você pode se divertir muito dirigindo-a na estrada ou na pista de corrida."
O carro faz parte da limitada edição 599 GTB Fiorano, feita especialmente para o mercado chinês, hoje o maior do mundo.
Apenas uma dezena de carros da série foi fabricada.
O comprador do veículo com motivos da dinastia Song terá a vantagem de levar para casa um exemplar único – mas tem de estar disposto a desembolsar, segundo as estimativas, perto de US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,7 milhão) em um leilão.
O presidente regional da Ferrari, Marco Mattiaci, disse que a companhia tem planos de vender cerca de 600 carros por ano na China – o mesmo volume que vendeu desde que desembarcou no país, em 2004.
"A média do consumidor chinês é de 34 anos de idade, diferente de todo o resto do mundo, que é de 45-50 anos", afirmou.


















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