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Curso de maconha

O mais novo curso do mercado vale US$ 485 (R$ 840) e dura seis semanas. Por esse valor, pode-se aprender a cultivar, plantar e comercializar Cannabis sativa, a planta da qual se extrai a maconha. Idealizada pelo estudante americano Nick Tennant, de 24 anos, a The Med Grow Cannabis College (Faculdade de Maconha para Uso Medicinal) funciona em Southfield, no estado de Michigan.

Segundo  Tennant, a ideia é passar ao alunos todos os conceitos que envolvem o uso e comércio da planta – apenas para fins medicinais, como indica o nome da escola.

Mesmo assim, os estudantes poderão ter aulas práticas para ver como tudo funciona? Não, avisa o fundador da escola. Tentando conter a animação da moçada, o mestre explicou ao jornal Flint News:

- O estado de Michigan precisa de especialistas em maconha para uso medicinal. Ela pode incentivar a economia e gerar milhares de empregos. É que a legislação estadual permite que se fume a erva com receita médica.

Tennant diz que a maconha pode ser consumida na forma de biscoitos, chocolate e geleias – e que seu curso ensinará também a receita desses quitutes.

Cerca de 5.800 pessoas têm receita médica para usar maconha.

O curso mais alto astral do Estado quer, de acordo com seu mestre, abrir o mercado para atender a esses pacientes.

- Não tem gente suficiente em Michigan que sabe cultivar e cuidar das plantas de maconha. Muitos pacientes acabam comprando no mercado ilegal mesmo.

A escola já registrou 150 alunos. Um dos professores, Perry Belcher, é colega de Tennant na residência do curso de Medicina da universidade do estado e o ajudou a montar a escola. Belcher ensinará a disciplina História da Maconha. Ele tem certificado médico para ser usuário.

Para abrir a escola, Tennant vendeu um carro e pediu um empréstimo generoso dos pais. Pelo jeito não faltará recurso para ele pagar a dívida – ainda que a escola não possa fazer propaganda na TV ou em revistas e jornais. A divulgação boca a boca estará garantida.

 

By: R7

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Marilyn fumando maconha

 
 

Um filme que mostra a atriz Marilyn Monroe fumando um cigarro que seria de maconha foi divulgado 50 anos depois de sua gravação.

O filme foi comprado recentemente por US$ 275 mil (cerca de R$ 477 mil) pelo colecionador americano Keya Morgan, que está fazendo um documentário sobre a morte da atriz americana, ocorrida em 1962.

Morgan encontrou o filme no sótão de uma casa do Estado americano de Nova Jersey. A pessoa que filmou Marilyn disse que as imagens foram feitas em uma reunião informal, em 1958 ou 1959.

As imagens mostram um lado mais pessoal e relaxado da atriz, raramente observado em público. Em um momento, Marilyn vira o nariz para a própria axila e ri.

A pessoa que gravou o filme pediu que seu nome não fosse revelado e afirmou que o cigarro mostrado continha maconha.

"Era minha, eu apenas passava para as pessoas", afirmou.

O cineasta amador também deixou claro que a ocasião em que o filme foi feito era informal.

"Não era uma festa. Era apenas uma reunião, você sabe, tipo 'venha e fique por aqui'", disse.

By: BBC Brasil

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Vovó da pesada


Uma senhora de 62 anos foi presa na Flórida depois que a polícia descobriu que ela estava escondendo cocaína em seu sutiã enquanto um local suspeito era revistado. Ela foi presa junto com oito pessoas, muitas das quais eram seus netos. Henrietta Corvin Daise teve que pagar uma fiança de US$ 7.500 (cerca de R$ 13 mil) para ser solta.

A polícia disse ter encontrado a cocaína e 20 pedras de crack, maconha e US$ 1 mil na casa dela depois de revistar o local com base de um mandado de busca. Os outros suspeitos presos com Daise vão responder por posse e intenção de vender cocaína, além de violação de condicional e posse de maconha.

By: Espaço Vital.
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Máquina vende Maconha


O primeiro distribuidor automático de maconha, para uso terapêutico, começará a funcionar nesta segunda-feira na Califórnia. Será uma máquina parecida com as que costumam vender refrigerantes.

O equipamento tem teclado numérico para digitar um código e um mecanismo para retirar o lacre da embalagem.

O distribuidor foi instalado no interior de um centro que vende produtos de manipulação de ervas e plantas medicinais em Los Angeles e está autorizado a vender maconha para uso terapêutico.

Os interessados em usar o distribuidor automático deverão primeiro deixar gravadas no centro suas digitais e assinar alguns documentos, para receber um cartão, parecido com os de crédito.

Na hora da utilização, o cartão é colocado em frente ao leitor da página, depois de ser digitado um código pessoal.

Afinl, se for para o bem que mal tem? Aspirina também é droga.


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Magro e doidão



Um novo remédio contra a obesidade que usa os receptores de canabinóides, uma substância encontrada na maconha, no cérebro obteve sucesso nos primeiros testes com pacientes.
Mas a droga Taranabant também apresentou efeitos colaterais, como distúrbios gastro-intestinais e efeitos psiquiátricos, incluindo ansiedade, irritabilidade e depressão, segundo artigos publicados na revista especializada "Cell Metabolism".
O remédio foi inspirado na maconha. Um dos efeitos conhecidos da droga é a indução de um forte desejo de comer, aliado à antecipação das delícias da comida e a uma sensação de prazer maior do que o normal. O remédio tenta, justamente, reproduzir o efeito contrário.
Já há alguns anos, cientistas identificaram no cérebro os receptores dos canabinóides --que justamente causariam essas sensações-- e tem desenvolvido remédios baseados nesse princípio, bloqueando os receptores, ao invés de estimulá-los.
O primeiro remédio baseado neste princípio, o Rimonabant, ou Acomplia, produzido pela Sanofi-Aventis, já se encontra à venda em vários países, mas ainda não foi autorizado nos Estados Unidos por conta de seus efeitos adversos.
A Merck, laboratório responsável pelo Taranabant, espera encontrar uma dose do remédio que induza ao emagrecimento sem causar tantos efeitos colaterais. [...]
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Licores de Maconha


O governo da Holanda tem fama de ser o mais liberal do mundo em relação às drogas. Há praças públicas onde elas podem ser consumidas livremente. Duas empresas de Amsterdã resolveram ir além: lançam dois licores - o Squeeze Hennep e o Kierewiet - feitos com extrato de maconha. As novidades foram reveladas durante a feira internacional de bebidas Horecava. Os licores serão vendidos normalmente em supermercados e lojas especializadas. O porte de até 5 gramas de maconha por pessoa, a venda em estabelecimentos autorizados e o consumo são permitidos no país desde a década de 70. Não se anime, a importação não está autorizada.


By: Globo Online.
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