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Multa de R$ 300 milhões a Oi e Claro


O Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) ingressou com ação na Justiça Federal contra a Oi/Brasil Telecom e a Claro devido ao mau atendimento prestado aos seus consumidores. A ação pede que cada uma das empresas seja condenada em R$ 300 milhões por danos morais coletivos. O pagamento é cem vezes maior do que a multa máxima prevista no Código de Defesa do Consumidor.

A ação, protocolada na segunda-feira (27), foi anunciada pelo ministro Tarso Genro (Justiça) nesta terça-feira (28) durante balanço de seis meses da lei do call center. O processo foi coordenado pelo Ministério da Justiça e conduzido em parceria com o Ministério Público Federal, procuradorias estaduais e procons.

O setor telefônico é o campeão em reclamações nos primeiros seis meses de vigência da Lei do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).

De 1º dezembro de 2008 a 1º de maio de 2009, as empresas de telefonia responderam por 57% do total de reclamações de consumidores, segundo dados do Sindec (Sindicato Nacional de Informações de Defesa do Consumidor), que congrega o Procon de 23 Estados e do Distrito Federal. O setor responde por cinco vezes mais demandas que o de cartões de crédito.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Justiça, a Oi responde por 59,31% das reclamações de telefonia fixa no país.

Ricardo Morishita, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, disse que a Anatel é ineficaz em regular o setor e que o Ministério já fez reclamações formais à entidade.

A lei do SAC determinou regras a serem seguidas nos atendimentos telefônicos de empresas de energia elétrica, telefonia, televisão por assinatura, planos de saúde, aviação civil, empresas de ônibus, bancos, e cartões de crédito.

O ministro Tarso Genro considerou positiva a aplicação da lei no período e disse que houve uma resposta positiva da maior parte das empresas reguladas.

Morishita anunciou a criação, em 15 dias, de um novo portal na internet. Ele deve centralizar as reclamações de mau atendimento. Segundo ele, essa concentração facilitará o trabalho de regulação das empresas.

By: Espaço Vital.
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Claro lança chip sem multa por cancelamento


A partir de ontem, dia 2, os consumidores poderão testar os serviços da Claro sem precisar assinar um contrato de fidelização poderão fazê-lo adquirindo um simcard da linha batizada como "Claro Teste".

Com esse chip, o cliente pode aderir a qualquer tipo de plano, pós ou pré-pago, e não precisará pagar multa caso queira cancelar o contrato. É necessário, contudo, que o consumidor tenha um celular para pôr o chip. Quem aderir a um plano pós-pago não precisa pagar pelo simcard.

No pré-pago, o chip custa R$ 15, mas o cliente ganha o valor de volta em um bônus de R$ 14 para ligações de Claro para Claro e R$ 1 em ligações para fora da rede da operadora. A iniciativa da companhia acontece justamente quando a portabilidade numérica se torna disponível em todas as cidades do Brasil.

É importante lembrar que a Claro não extinguiu sua política de fidelização através de subsídio de aparelhos: quem preferir pode virar cliente da operadora assinando um plano pós-pago com um tempo mínimo de fidelidade em troca de desconto na compra de um aparelho novo.

A Claro não é a única operadora móvel brasileira a oferecer planos pós-pagos sem multa por cancelamento. A Oi tomou essa iniciativa no fim de janeiro. E no caso da Oi, a medida vale para todos os assinantes, tanto os novos quanto os antigos.

By: Teletime News.
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Um acordo entre a Anatel e as operadoras que compraram licenças 3G levará rede móvel a municípios sem celular.
Segundo a agência reguladora, há 1836 cidades do país onde não há sinal de redes móveis. Ao todo, 17 milhões de habitantes não têm acesso à telefonia móvel em seus municípios.
Pelas regras de concessão de licenças 3G, as operadoras que compraram licenças no final de 2007 deverão se responsabilizar por levar redes móveis a estas regiões. A distribuição de regiões por operadoras foi anunciada esta semana pela Anatel. As teles terão dois anos para universalisar o acesso às redes móveis no Brasil.
Na área II (Acre, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins), há 673 municípios sem acesso ao celular. A tarefa de montar redes nestas regiões será compartilhada por Tim, Vivo e Brasil Telecom.
Já na área IV (Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima), os 264 municípios sem rede móvel serão atendidos por Oi, Claro, Tim e Vivo. As mesmas operadoras ficaram responsáveis por cobrir os 656 municípios da área VI (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte). As empresas Oi, Claro e Tim, cobrirão os três municípios de São Paulo (área V) que ainda não possuem os serviços.
O contrato de concessão de licenças prevê ainda que todas as cidades com mais de 500 mil habitantes, além das capitais dos Estados e o Distrito Federal tenham serviços 3G disponíveis em até dois anos.

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Telemar + Brasil Telecom



A Telemar/Oi comprou a Brasil Telecom por R$ 4,8 bilhões, na segunda-feira (7/1). As negociações para a criação da nova operadora duraram dois meses. A Andrade Gutierrez, do empresário Sérgio Andrade, e a La Fonte, de Carlos Jereissati, serão os seus controladores. O BNDES vai financiar parte do negócio. O colunista da Veja, Lauro Jardim, conta que a GP Investimentos, uma das atuais controladoras da Telemar, sai da empresa. E o Citibank deixa a Brasil Telecom.
A atual norma que regulamenta as telecomunicações não permite a compra. Por isso, está marcada para este mês uma alteração na legislação para que o negócio seja concluído. Segundo o colunista, a ordem para a alteração na lei já foi transmitida pelo Palácio do Planalto que, no último trimestre de 2007, deu o sinal verde para que o negócio fosse tocado.
A idéia é que seja criada uma grande empresa de telefonia de capital nacional para competir com os espanhóis (Telefonica e Vivo) e mexicanos (Claro e Embratel) [...]
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Ligações De Celulares Mais Baratas


A última licença para a região 1 (Rio, Espírito Santo, Bahia e Sergipe) foi disputada pela Claro e pela Nextel. O preço mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi de R$ 163.669.720,21.

A Claro venceu o leilão com uma proposta recorde de R$ 612 milhões, o que representou um ágio de 273,92% sobre o valor mínimo, o maior do dia. Com isso, a Nextel ficou sem freqüência para oferecer os serviços de terceira geração de telefonia móvel, principalmente internet em alta velocidade pelo celular. Ao todo, só com a região 1, já foi arrecadado R$ 2,445 bilhões.

Para analistas que acompanham o mercado de telecomunicações ouvidos pelo Globo, o ágio pago pelas empresas foi tido como acima do esperado. Luciana Leocádia, analista da Ativa Corretora, considera que a entrada da Nextel na disputa "inflacionou" o leilão. [...]
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CLARO, que não!!!


Claro é proibida de vender celulares com bloqueio de chip


A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) proibiu a operadora Claro de vender aparelhos com bloqueio permanente de chip. A decisão da agência foi tomada no dia 10 de agosto após reclamação da OI, operadora concorrente. A terá Claro recolha e troque gratuitamente os aparelhos já vendidos. A operadora terá agora dois meses de prazo, contado a partir do dia 10, para realizar a troca. A empresa também terá que realizar uma campanha publicitária. Foi divulgado também, o novo Regulamento do SMP (Serviço Móvel Pessoal), aprovado pela Resolução 477, de 7 de agosto de 2007.
O documento define as regras gerais para a prestação do serviço da telefonia móvel, estabelece direitos e deveres dos usuários e das prestadoras e também trata das formas de provimento do serviço. As mudanças são bem-vindas. Não deixe de ler. Confira aqui .
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