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Gastos em 2009


O ano começou e com ele temos uma lista dee gastos dos quais niguém escapa. Dentre esses está a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O pagamento é obrigatório para os proprietários de automóveis, ônibus, caminhões, motocicletas, tratores, jet-skis, barcos, lanchas, aviões de esporte e lazer.

Por ser um imposto estadual, a alíquota não é a mesma em todo o país e chega a variar entre 1% e 5% do valor de venda do veículo, calculado com base na tabela da Fipe. Em alguns estados, ficam isentos do imposto veículos com mais de dez ou 15 anos.

Na maioria dos estados, o imposto pode ser parcelado e há desconto para quem pagar à vista. No Rio de Janeiro, por exemplo, o desconto para pagamento à vista é de 10%. Já em São Paulo e Minas Gerais, quem paga o total em uma única vez desembolsa 3% a menos.

Do total arrecadado, o estado fica com 50% do imposto e 50% são repassados ao município onde o carro está licenciado. O dinheiro é usado para ajudar nas despesas da administração, como educação, transporte e saneamento.

Confira os prazos para pagamento, as alíquotas e os descontos no pagamento à vista dos onze estados que já divulgaram o calendário. Os demais estados devem informar as datas de vencimento do imposto nos próximos dias.

- Acre
- Bahia
- Espírito Santo

- Mato Grosso
- Minas Gerais

- Paraíba
- Rio de Janeiro
- Rio Grande do Sul

- Roraima
- Santa Catarina
- São Paulo

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Paraíso do Botox



Nos últimos seis meses, o Cartão de Crédito Corporativo do Palácio do Planalto gastou R$ 53.449 reais para a compra de produtos de embelezamento. Os gastos no Visanet Banco do Brasil da Primeira-dama Marisa Letícia incluem a compra de Botox, cujas injeções são usadas para “apagar os efeitos do tempo”.

O cartão oficial também serviu para adquirir cremes importados do Leste Europeu, além de cosméticos norte-americanos e franceses. O caso pode ficar feio para o chefão Lula da Silva se vier à tona tal informação que circula nos bastidores do Senado. Mas tudo indica que a informação será abafada oficialmente – como de costume.

Suspeita-se que uma parte das despesas com cartões de membros do desgoverno sejam subsidiadas por bancos e financeiras, por debaixo da contabilidade. Também há indícios de que o esquema oficial usa muitos funcionários como “laranjas” para serem responsabilizados pelos gastos nos cartões de gente até que não faz mais parte do time do Palácio do Planalto.

O grande problema é que não se consegue provar tais suspeitas, com facilidade. Os pagamentos com cartões corporativos são crimes quase perfeitos. A farra dos gastos é muito mais grave que a irresponsável despesa de R$ 171 mil e 500 reais da ministra Matilde Ribeiro – uma assistente social que comanda a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial desde março de 2003. As compras de Matilde no free shop, bares, restaurantes, padarias, aluguéis de carros e reservas em hotéis de luxo e resorts – denunciadas pela Revista Veja – são uma pontinha do iceberg.

Em 2007, a ministra Matilde Ribeiro gastou 171.500 reais no cartão de crédito pago pelo desgoverno com o dinheiro público. Matilde foi de longe a ministra mais perdulária da Esplanada. Em média, foram R$ 14.300 reais por mês, mais do que seu salário, que é de R$ 10.700 reais. Ela jura que só usou o cartão corporativo para pagar despesas de viagens oficiais. No ano passado, pagou 67 contas em hotéis – média de 5,5 contas por mês. Aliás, como a reportagem da Veja mostrou, a moça viaja tanto que deveria ser ministra do Turismo. As despesas básicas; R$ 126 000 reais aluguel de carros; R$ 35 700 reais hotéis e resorts; R$ 4 500 reais bares, restaurantes e até padaria; R$ 460 reais no free shop; R$ 4 800 reais despesas diversas. Total = R$ 171 500 reais.

O número "171" te lembra alguma coisa?
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