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O computador que nasceu do lixo

Num galpão de 1.800 metros quadrados, 22 trabalhadores recrutados em uma favela das redondezas conseguem produzir um computador que custa R$ 199,00, com capacidade de acesso à internet e garantia de um ano. A máquina começa, neste ano, a ser vendida para estudantes universitários, em 24 prestações. A inspiração do negócio não saiu dos planos de laboratórios de engenharia americanos que propuseram o computador de U$ 100,00. Saiu literalmente do lixo.

Na década de 1950, Jair Martinkovic tinha 9 anos de idade e morava num cortiço na zona norte de São Paulo. Para ganhar uns trocados, revendia latas e garrafas encontradas no lixo. Mas não vendia por peso.

Montou no quintal de sua casa uma pequena oficina de remanufatura, transformando os objetos descartados em produtos de valor. “Assim eu conseguia mais dinheiro.” Como naquela época muitos animais circulavam, especialmente pela periferia, ele vendia esterco embalado. Era motivo de piada, chamado na rua de “Jair Merdeiro”. Está aí a base do negócio que ele inventaria, muitos anos depois, para vender computadores baratos.

Jair descobriu cedo o talento de comerciante. Como vendedor de uma loja, conseguiu pagar a mensalidade de uma faculdade privada e se formou em contabilidade.  Muito tempo depois, montou uma empresa de processamento de dados (Planac) e, com o tempo, vendeu equipamentos de informática – aceitava, como parte do pagamento, máquinas antigas.

 

By: Catraca Livre

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Aproveitamento de lixo eletrônico da USP

A Universidade de São Paulo (USP) inaugurou em dezembro o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir). Único projeto do gênero numa entidade pública do País, o projeto faz parte do Programa de Sustentabilidade Centro de Computação Eletrônica (CCE) criado em 2007 para reaproveitar materiais de informática como computadores, teclados, monitores e cabos, entre outros. Em junho de 2008, o programa recolheu mais de cinco toneladas de lixo eletrônico vindos apenas do CCE. O valor estimado para este material, no entanto, foi de apenas R$ 1.200,00. "Verificamos que o lixo eletrônico valia muito pouco e que alguma coisa devia estar errada", explica a professora e diretora do CCE, Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho.
No início deste ano, uma pesquisa sobre o assunto mostrou que as empresas de reciclagens trabalham com materiais especializados, como plásticos, metais e placas, entre outros. Portanto cada empresa tem processos industriais estabelecidos para tratar apenas de alguns tipos de material e acabam descartando o resto. Exemplo disso é o teclado de um computador que se for vendido a uma empresa de reciclagem de plástico, todo o restante, como placas e fios, seria descartado. Foi aí que surgiu a ideia para criar o Cedir. A meta é gerar melhor aproveitamento financeiro e tecnológico do lixo eletrônico.


Triagem do lixo
A professora Tereza explica que a entrega do lixo eletrônico pelas unidades da USP será feita num processo de agendamento. No caso das unidades do interior, os campi de Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos já estão aptos a receber lixo eletrônico, o chamado e-waste, por intermédio dos seus Centros de Informática.
Assim que o Cedir, no caso de São Paulo, ou os Centros de Informática receberem o material entregue pelas unidades, será feita uma avaliação para checar se eles operam ou não. Em caso positivo, verifica-se a funcionalidade do equipamento, ou seja, se o resíduo eletrônico não está obsoleto. "Se o computador não tem utilidade nenhuma, mesmo que ele esteja operando, é considerado lixo eletrônico", explica Tereza Cristina.
Os computadores que ainda operarem e forem funcionais serão emprestados por um período de dois anos para projetos sociais, tempo em que o material provavelmente completará o seu ciclo de vida útil.
Tudo aquilo que não puder ser aproveitado, passará por um minucioso processo de classificação. Os equipamentos serão pesados, desmontados e os componentes serão separados de acordo com o tipo de material. Após a separação tudo será descaracterizado, ou seja, CDs e discos rígidos, por exemplo, serão destruídos para que as informações não sejam aproveitadas. Feito isso o lixo eletrônico será compactado, acondicionado e enviado para as empresas de reciclagem que transformarão esses resíduos em matéria prima para a indústria.


Ações futuras e pioneirismo
Num primeiro momento o Cedir atenderá as doações de lixo eletrônico apenas da USP, mas no futuro, o projeto deverá se estender para toda a sociedade. A diretora do Centro destaca ainda que este é o primeiro projeto dessa natureza numa entidade pública no Brasil. A diretora enfatiza o lado social desse projeto, que vai desde o suporte a projetos assistenciais até a conscientização sobre a importância do destino final correto aos eletroeletrônicos. "É um projeto que atende um vínculo social, mas também possui um viés fomentador de novas indústrias", afirma.


By: Envolverde

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Horários de coleta de lixo domiciliar em SP

As concessionárias Loga e Ecourbis começaram a disponibilizar na noite de quarta-feira (13), em seus sites, os horários de coleta de lixo domiciliar nas vias da capital paulista. A Prefeitura de São Paulo pede que a população coloque os sacos de lixo nas ruas apenas duas horas antes da coleta para evitar que a chuva os leve para bocas de lobo e bueiros.


A Ecourbis é responsável pela coleta em 18 subprefeituras e disponibilizou no site o horário apenas da região da Vila Mariana. O compromisso da concessionária é disponibilizar os horários de todas as subprefeituras até o fim da próxima semana. Ainda faltam: Aricanduva/Formosa, Campo Limpo, Cidade Ademar, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Guaianazes, Ipiranga, Itaim Paulista, Itaquera, Jabaquara, M’Boi Mirim, Parelheiros, Santo Amaro, São Mateus, São Miguel, Socorro e Vila Prudente.

Loga realiza a coleta na região de 13 subprefeituras: Sé, Pinheiros, Butantã, Lapa, Freguesia do Ó/Brasilândia, Pirituba/Jaraguá, Perus, Casa Verde, Santana, Jaçanã/Tremembé, Penha, Vila Maria/Vila Guilherme e Mooca. Os horários já estão disponíveis no site e a concessionária diz que desenvolve uma ferramenta para a busca ficar mais prática.
É possível consultar quando acontece a coleta seguindo os seguintes passos: no site da empresa, clique em “consulte os horários de coleta”, ao lado do logo da concessionária. Informe o endereço e escolha o trecho onde você mora. Depois, irá aparecer um mapa com a localização do endereço e, acima dele, a informação sobre o setor (também é possível checar colocando o cursor sobre o caminhão). Ao lado do mapa, há um relógio em azul. Ele abrirá uma planilha, onde é possível checar o horário da coleta – pesquise pela primeira coluna, de acordo com o número do setor.
As concessionárias alertam que o horário é aproximado, mas está sujeito à defasagem por conta de fatores como quantidade de resíduos acima da média, congestionamento, pontos de alagamento e interdição de vias. A Prefeitura anunciou na quarta-feira (13) que irá disponibilizar em seu site uma ferramenta que mostrará, de forma simplificada, os dias e horários de varrição e coleta de lixo. Ainda não há, no entanto, previsão para a estreia da ferramenta.

 

By: G1.

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Que vergonha…

 

As companhias de limpeza urbanas de sete cidades separaram e pesaram o lixo recolhido num trecho de um quilômetro de praia num único dia de fim de semana. O resultado, exibido neste domingo no Fantástico, mostrou que a campeã foi Salvador: os lixeiros recolheram 7,5 toneladas.

"A imagem da praia em um dia de segunda-feira é horrível, é um deserto, parece um aterro sanitário. Muito lixo e muita casca de caranguejo, os próprios barraqueiros não zelam pelo ambiente", lamenta o fiscal de limpeza Manuel Bonfim Alves.
A turista portuguesa Aurélia Martins também demonstrou insatisfação : “Acho que é uma vergonha para o Brasil, uma vergonha para Salvador e é um atentado à natureza”.

Em segundo lugar, de acordo com o teste, ficou Fortaleza, mais de seis toneladas na Praia do Futuro. O calor da capital cearense dá uma pista sobre o tipo de lixo que é mais produzido: 70% são cocos que, depois de consumidos, vão parar na areia da praia. Só de cascas de coco foram quase cinco toneladas.

"Eu me revolto com a própria população que não colabora. Em vez de pegar o lixo e colocar dentro da cesta, joga no chão, na frente da gente mesmo", reclama o gari José Marques da Silva.

Em terceiro lugar ficou Guarujá. Foram cinco toneladas de lixo recolhido. Em quarto, Recife, na Praia de Boa Viagem, com pouco mais de duas toneladas, seguida por Natal, com uma tonelada na praia de Redinha.

É tanto lixo que o ambientalista Adriano Artoni chega a retirar sozinho 300 kg nos fins de semana das praias do Recife. Só de sofás, Adriano já recolheu 85. “Eu tenho um pequeno museu, que tem dentadura, fogão, geladeira, capacete, ossos humanos. Tudo o que e recolhido nos rios e nos mares”, conta o ambientalista.

 

 

Regiões Sul e Sudeste

Duas cidades das regiões Sudeste e Sul se saíram um pouco melhor. A Praia de Canavieiras é uma das mais movimentadas de Florianópolis. Tem pouco mais do que dois quilômetros de extensão e, ao longo de toda a faixa de areia, há lixeiras a cada 20, 30 metros. Quer dizer: o banhista não tem desculpa para deixar sujeira na areia.
Coincidência ou não, fato é que Florianópolis teve o melhor resultado no teste do lixo do Fantástico. No quilômetro de praia pesquisado, os garis recolheram apenas 125 kg nas areias.

Ratos e pombos

No Rio de Janeiro, a praia pesquisada foi Copacabana. A quantidade recolhida foi 870 quilos. O que muita gente não se dá conta é que sujeira atrai sujeira. O lixo deixado pelos banhistas atrai ratos e pombos. Isso para não falar nos animais de estimação, que não deveriam vir à praia.

"As pessoas não cumprem a legislação, principalmente cedo, e trazem os animais para cá", destaca a secretária de Meio Ambiente do Rio de Janeiro Vera Lúcia de Oliveira.
Diego Costa é veterinário. Mas ele não quer nem saber: "Cachorro não pode passar muita doença porque meu cachorro é vacinado. Sabia que é proibido".

Some-se a isso tudo o velho problema das águas poluídas pela falta de tratamento, e o resultado é que banho de mar em algumas cidades brasileiras pode ser prejudicial à saúde: das praias pesquisadas em Florianópolis e Rio de Janeiro, o banho de mar só é liberado com restrições. Nas outras cidades, os trechos visitados pelo Fantástico estão liberados.

"Seria fácil trazer saco, acumular o que consome na praia e levar até um container. A cidade ia agradecer muito”, sugere o diretor da Comlurb Luiz Guilherme Gomes.

 

Em tempo: dedico este post ao jornalista Borys Casoy.

By: G1

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Lixo Eletrônico

Especialista explica que alguns pontos da lei ainda devem ser alterados, e explica também como é feito o descarte correto dos materiais.

No início de julho, o governador de São Paulo, José Serra, sancionou a Lei 13.576/09, que obriga os fabricantes e vendedores a descartarem o lixo eletroeletrônico que produzem ou vendem.

Alguns pontos ainda serão alterados para evitar que a indústria vá para outros Estados, afugentada pela nova Lei.

Além das implicações da Lei em São Paulo, a diretora explica sobre o custo do procedimento para as empresas e como o descarte é feito corretamente.

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Lixo eletrônico

O governador José Serra sancionou a Lei 13.576/09 que institui normas para a reciclagem, gerenciamento e destinação final do lixo tecnológico.

Fabricantes, importadores e comerciantes desses produtos, com atuação no Estado de São Paulo, terão que reciclar ou reutilizar, total ou parcialmente, o material descartado. Se o reaproveitamento não for possível, esse lixo terá que ser neutralizado, em benefício do meio ambiente e da saúde pública. A lei é mais do que oportuna, dada a rapidez da evolução tecnológica, a expansão da chamada inclusão digital e o impacto ambiental trazido pelo descarte irregular de todo tipo de produto eletrônico.

A ONU calcula em 50 milhões de toneladas o lixo tecnológico descartado anualmente no mundo. O Brasil tem participação nada desprezível, pois se comercializam no País, em média, mais de 12 milhões de computadores por ano e, de acordo com dados do Comitê de Democratização da Informática, mais de 1 milhão desses aparelhos são descartados anualmente. Em 2008 foram vendidos 11 milhões de televisores e, de cada 100 brasileiros, 82 possuem telefones celulares, conforme a Agência Nacional de Telecomunicações.

São produtos com vida média de três a cinco anos e, depois, viram lixo tecnológico. Os metais neles empregados, em geral tóxicos, precisam em média de meio milênio para se degradar, conforme a Secretaria do Meio Ambiente.

Apesar da gravidade do problema, o Brasil espera desde 1991 pela aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos [...]

Para livrar-se do lixo eletrônico que existe em sua casa clique aqui...
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Coleta de lixo eletrônico


Quem não tem, guardou e não sabia o que fazer com as tranqueiras que acabam sobrando de informática, como mouses, teclados, enfim equipamentos de informática que só ocupam espaço?

Pois bem, se você estiver precisando se livrar desse lixo todo, que só ocupa espaço, a partir deste mês a empresa InfoSucata, localizada em São Paulo, já está fazendo a coleta. Clique no link e livre-se desse lixo.

Também em São Paulo: Oxil - Manufatura Reserva.

By:Plástico.br
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Lixão espacial


Dizem que as chances de dois satélites colidirem na órbita da Terra são bem menores do que as chances de uma pessoa ganhar na mega-sena.

Apesar da baixíssima probabilidade, um satélite americano e outro russo, ambos em baixa órbita, se chocaram na última quarta-feira(11),e foram completamente destruídos.

Mais de 500 destroços resultantes da colisão agora navegam ao redor da Terra, gerando risco para outros satélites. É a primeira vez na história do mercado de satélites que acontece um acidente desse gênero.

A colisão envolveu o satélite Iridium 33, um dos 66 que compõe a constelação da companhia norte-americana, e um satélite russo lançado em 1993 e que não estava mais em operação.

A Iridium informou a agências internacionais que está tomando providências imediatas para minimizar qualquer impacto em seus serviços. A Iridium oferece serviços de telefonia e transmissão de dados via satélite no mundo inteiro.

Agora, quero ver a gente ter que tomar conta de mais essa poluição... aff!!!

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Lixo Eletrônicio, e agora?

Sensacional dica trazida do Blog Gestão Ambiental do querido amigo Moura.




Não é o famoso SPAM mas dá muita dor de cabeça!!!

Também conhecido como e-lixo o lixo eletrônico são materiais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD´s, rádios, lâmpadas fluorescentes e muitos outros, que se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana, pois em sua composição existem substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio, que são altamente perigosos, podendo causar distúrbios no sistema nervoso, problemas renais e pulmonares, câncer e outras doenças.

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo em uma brilhante iniciativa promoveu na última semana o “Mutirão do Lixo Eletrônico”, conscientizando a população sobre os riscos de se descartar o lixo eletrônico de forma indiscriminada. Foram espalhados por todo estado postos de recolhimento destes resíduos, que ao contrário do que muitos pensão, podem ser reaproveitado! O Mutirão durou uma semana, mas o 
e-lixo não parou de ser gerado, e com os avanços tecnológicos a tendência é que cresça o volume produzidos a cada dia. Segundo a ONG Greenpeace, estima-se que são produzidos, todos os anos, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, que correspondem a 5% de todo o resíduo produzido na Terra. E agora que o mutirão acabou, o que fazer?! Não no Brasil um dispositivo legal que estabeleça responsabilidades e defina a destinação adequada de sucatas eletrônicas, exceto pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, de número 257 que obriga os fabricantes de pilhas e baterias a recolher e encaminhar tais produtos para reciclagem. Para cumprir tal resolução fabricantes de celulares criaram uma rede de coleta e as operadoras de telefonia celular também têm prestado este serviço a população. Veja no link abaixo que não é difícil colaborar, ou melhor, cumprir nosso dever de cidadão e preservar o ambiente que vivemos dando o destino adequado ao lixo eletrônico que geramos.

“Não devolva para a natureza o que ela não criou”.

Lixo Eletrônico - Dicas

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo


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Múmia na banheira

Um corpo parcialmente mumificado foi encontrado dentro de uma banheira imunda em um apartamento de Phoenix, no Arizona (EUA). A pilha de lixo e dejetos humanos em cima do cadáver chegava ao teto. Os proprietários do apartamento pensaram que o imóvel estivesse abandonado desde agosto de 2007, quando o aluguel parou de ser pago. A limpeza começou com a remoção de lixo, caixas e baldes cheios de sujeira. Quando os faxineiros chegaram à banheira, esta foi encontrada em estado calamitoso. Na tentativa de tirar a sujeira, os moradores toparam com uma das pernas de um corpo humano e chamaram a polícia.

Um policial descreveu o cadáver como "parte esqueleto e parte múmia". Aparentemente, o corpo já estava naquela situação há vários anos. A polícia removeu a banheira com o corpo dentro e mandou para perícia e autópsia. O corpo pode ser de um homem que alugou o apartamento em 1995 e foi visto pela última vez sete anos atrás.
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