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Vinil no computador

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Na era em que os computadores conseguem armazenar e baixar centenas de músicas em MP3, um designer resolveu apostar que os PCs podem ser usados para tocar os antigos discos de vinil.

O americano Charlie Pyott elaborou o Linos, uma espécie de “braço” mecânico que se conecta ao computador por USB e lê qualquer tipo de disco.

 

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O acessório pode ser apoiado em qualquer superfície plana e o disco que será lido é colocado no centro do equipamento. O tamanho é ajustável, ou seja, serve para ler tanto os vinis quanto os ainda mais antigos “discos bolachão”.

O som lido pela agulha do aparelho é enviado direto para o computador – uma chance de digitalizar músicas que já não são mais encontradas facilmente.

Lógico, é um protótipo… maaaaaaaaaaassss eu queeeeeeeeeeeeero!!!

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iPhone com perfume de cerveja

Agora, quem curte novidades tecnológicas, já pode literalmente levar smartphones e games para o banho e se esfregar com eles (veja galeria de imagens).


O modesto empreendimento, liderado por uma administradora de empresas que decidiu aplicar a experiência da profissão em seu passatempo preferido, resultou em um simpático portifólio de barras de sabão que reproduzem modelos de iPhone, iPod, Blackberry, tocadores de mp3, entre outros.

As barras de sabão têm o tamanho real dos aparelhos e reproduzem totalmente o seu design. As fragrâncias são escolhidas pelo cliente, que pode optar essências de bebidas (cerveja, pina colada, mojito, coca-cola, café com leite), de doces (nutella, creme brullè) ou as mais tradicionais, como as de frutas.

Os sabonetes custam entre U$ 7,99 e U$ 17, sem taxa de entrega.

By: G1
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VJ Night, - do Recife para o mundo


Os amantes de música devem conhecer o scat singing. Criado nos anos 20 pelo mestre do jazz Louis Armstrong, o scat nada mais é que a habilidade de improvisar com sílabas sem sentido. É como se a voz do cantor se tornasse um instrumento de ritmo e melodia, emitindo notas musicais, sem pronunciar nenhuma frase. Desde sua invenção, a técnica é adotada por artistas de todo o mundo. De Paul McCartney a Ed Motta. De Elza Soares a Ella Fitzgerald, considerada a rainha do gênero.

Inspirada nesse tipo de brincadeira vocal, a equipe da empresa D'Accord, do Recife, desenvolveu um jogo para download. A idéia é simples: o jogador produz com a própria voz sons que substituem a bateria de uma música, em MP3 ou num vídeo do YouTube. Batizado de VJ Night, o produto será vendido pela internet para mais de 80 países e deve ter versões para os videogames Wii e Xbox.

Essa e outras inovações na área de jogos valeram a Américo Amorim, 27 anos, sócio da D'Accord, uma vaga na quarta edição do Jovem Empreendedor do Ano, na categoria mídia interativa, realizada em novembro. A premiação britânica reúne pessoas com até 35 anos que atuam na indústria criativa. A agenda incluiu, por exemplo, uma palestra com Ian Livingstone, diretor responsável pelo célebre jogo Tomb Raider. Na categoria em que Amorim concorria com mais oito participantes, o vencedor foi o estoniano Andrei Korobeinik, de 27 anos, com um projeto de rede social semelhante ao Orkut e ao Facebook, mas com alguns serviços pagos. A experiência de Amorim deve render novas parcerias. Ele já negocia projetos com um participante turco e outro indiano. "Nos tornamos amigos", diz.

Criada em 2000, a D'Accord estreou no mercado com um software que lê as notas de uma música em MP3 e as exibe no computador para ser tocadas em violão ou teclado. Há pouco mais de um ano a empresa passou a focar também em jogos. Em 2008, a receita cresceu 60%, somando R$ 400.000. Para 2009, a expectativa é chegar a R$ 700.000.

By: PEGN.

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Pirataria punida


A Justiça de São Paulo condenou um analista de sistemas por utilizar a internet para vender álbuns piratas dos Beatles.

É a primeira vez que alguém é condenado por esse tipo de crime no país, de acordo com informações da Associação Antipirataria Cinema e Música.

O acusado usava um site para vender CDs com músicas dos Beatles em formato MP3. As encomendas negociadas na rede eram entregues pelos Correios, após depósito bancário. Entre janeiro e julho de 2003, ele teria feito 140 entregas desses produtos, a preços entre R$ 10 e R$ 20 por unidade.
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