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Brasileiro navegando mais...



Segundo o Ibope Nielsen Online, em junho o tempo de navegação por usuário brasileiro cresceu 10,6% em relação ao mês anterior e alcançou 44 horas e 59 minutos entre pessoas que usam a Internet em casa ou no trabalho. Navegaram em pelo menos um desses ambientes 33,2 milhões de pessoas, número 3,9% menor que os 34,5 milhões de maio.

Considerando somente os internautas residenciais, o tempo de navegação aumentou 8,1% e atingiu a marca inédita de 27 horas e 48 minutos por pessoa, superando o pico de 26 horas e 15 minutos que havia sido registrado em março de 2009. O número de internautas ativos em residências manteve estabilidade em relação ao mês anterior e permaneceu em cerca de 25,6 milhões.

Entre os dez países em que é realizada a pesquisa, o Brasil continua com o maior tempo por usuário, tanto na navegação em páginas quanto no tempo total, incluindo programas on-line.

Entre as dez subcategorias com maior tempo de navegação por pessoa, "portais" registrou o maior aumento, ao crescer 22% em relação ao mês de maio, seguida por "ferramentas de Internet", que cresceu 20%, e por "e-mail", que cresceu 16%. O tempo de navegação na categoria "vídeos/filmes" teve crescimento negativo: -1%.

By: Pay TV News
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1º eleitor brasileiro a usar título pela net

Na tarde desta terça-feira (07) Rondônia entrou para a história após a institucionalização, pelo Tribunal Superior Eleitoral, do sistema de título pela internet. Compareceu na 1ª Zona Eleitoral de Rondônia (Guajará-Mirim), o eleitor José Amarildo Alves Ruiz (foto) para completar o Justificaratendimento iniciado através da internet. Ele fez o pré-atendimento através do programa "Título Net", lançado pela Justiça Eleitoral brasileira nesta segunda.

Rondônia foi o primeiro Estado da nação a implantar o novo sistema. O atendimento do primeiro eleitor no cartório eleitoral durou menos de 3 minutos, pois já havia realizado todos os procedimentos de preenchimento do formulário e atualização de dados pela internet. Compareceu apenas para conferência das informações pelo servidor da Justiça Eleitoral e emissão do novo título.

José Amarildo disse que achou muito interessante o sistema. Comentou sobre a evolução da informática e a comodidade do cidadão junto a Justiça Eleitoral.

O servidor que atendeu o referido eleitor foi Luiz Ernesto, supervisionado pela Técnica Judiciária Liz Cristina e o chefe de cartório da 1ª Zona, Analista Judiciário João Paulo Rodrigues de Lima.

O projeto do "Título net" será estendido para todas os demais Estados do Brasil. Tem como objetivo agilizar o atendimento aos cidadãos, que farão a solicitação de transferência do título e atualização de dados preenchendo um formulário pela internet.

Outro serviço oferecido pelo sistema é a emissão de guia de multa para mesários faltosos, alistamento tardio ou ausência no pleito sem justificativa. A guia para pagamento da multa estará automaticamente disponível ao final do preenchimento do formulário pela internet. No passado, o eleitor deveria comparecer no cartório eleitoral para emitir o boleto, depois ir até uma agência bancária/casa lotérica para pagá-lo e retornar ao cartório eleitoral para concluir a regularização do título.

Os interessados em utilizar mais esse recurso deverão acessar o site do TSE: www.tse.jus.br ou do TRE-RO: www.tre-ro.jus.br.


By: Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia
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Proposta de lei da internet - retrocesso

Sinceramente acho um absurdo, um retrocesso em todos os sentidos. Isso sim é falta do que fazer. Esse país tem leis ótimas, de fato não precisamos de melhorar em nada. Por isso sobra tempo prá tanta asneira. Mas, pelo visto, a intenção é mesmo ficar tudo embaixo do pano...

Proposta de lei da internet na política acorrenta Brasil ao século 20


* doações por meio da web serão limitadas a apenas R$ 1 mil

* propaganda só será liberada depois de 5 de julho. Antes, será ilegal
* sites deverão ser registrados no TSE e precisam ser hospedados no Brasil
* sátiras, animações, entrevistas, humor: tudo ficará proibido ou restrito
* debates serão autorizados só com todos os candidatos presentes (nanicos inclusive)

Há muita gente bem intencionada na discussão sobre novas regras para o uso da internet na política. Flávio Dino (PC do B-MA), Mendes Ribeiro (PMDB-RS) estão entre os que tentam melhorar as regras. Mas o texto até agora discutido é um lixo quase completo. O assunto está sendo discutido hoje (24.jun.2009), na Câmara.

Basicamente, os deputados brasileiros não entenderam ainda do que se trata a internet. Querem legislar impondo restrições. Vão produzir mais uma lei que não vai pegar no Brasil. Inútil. Pior ainda, será uma desmoralização quando os deputados descobrirem que não adianta proibir blogs, sites etc. que não estejam registrados no TSE. Qualquer um, seja do bem ou do mal, pode montar o site que bem entender num país vizinho.

É uma lástima que o Congresso viva no século 20. Com essa possível lei, condenarão a política brasileira a ficar, para sempre, proibida de entrar no século 21.

A seguir, alguns tópicos da lei proposta e comentários do
Blog do Fernando Rodrigues...
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De boca aberta

Desculpem-me mas essa é daquelas que não consegue deixar nem a boca fechada...

Uma americana de Cleveland, Ohio, cometeu o engano de dizer a seu pai que tinha acabado de perder a virgindade. E.F. , 18 anos, tentou enviar uma mensagem de texto a um amigo contando o fato, porém enganou-se mandou o torpedo para o pai, informou o diário El Universal. A mensagem, cujo destinatário deveria ser uma amiga diz "Santo Deus, acabo de ter minha primeira vez na praia. Foi genial. Gostaria que você estivesse aqui".

Para a surpresa dela, o pai imediatamente respondeu: "eu suponho que você quisesse mandar esta mensagem a outra pessoa". E, em seguida, o pai mandou outra mensagem: "a viagem escolar terminou; regresse amanhã no vôo das 7h10 por Delta; use meu cartão de crédito para pagar o táxi". O segundo erro da jovem foi contar a história a alguém que a espalhou pela Internet e fez chegar à imprensa uma foto do iPhone da jovem com a mensagem registrada.


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Virgindade leiloada


A romena Alina Percea, de 18 anos, que estava leiloando sua virgindade na Internet, aceitou uma oferta de 8,8 mil libras (cerca de R$ 28 mil), segundo reportagem, ontem, 19, do jornal inglês "Daily Mail". O vencedor do leilão foi um italiano de 45 anos.

Além dos R$ 28 mil, o empresário de Bolonha pagou as despesas para a jovem viajar até Veneza, onde eles passaram uma noite em um hotel de luxo.

Alina, que fez dois exames para comprovar que era virgem, disse que gostou do homem. "Ele não parecia ter 45, parecia ser muito mais jovem", afirmou ela ao jornal inglês.

A jovem contou ainda que eles se comunicaram em inglês, já que ela não falava italiano e ele, romeno. "Ele me fez um monte de elogios ao longo do dia. Ele foi muito engraçado e charmoso", afirmou Alina, destacando que "ficou satisfeita" pelo empresário italiano ter sido o vencedor do leilão.

O lance vencedor, no entanto, foi inferior ao estipulado inicialmente. Quando decidiu leiloar sua "primeira vez", com o objetivo de pagar seus estudos, Alina Percea disse que esperava alcançar um lance de 50 mil libras (R$ 160 mil).

Pela troca de e-mails que fizeram ao longo de duas semanas, depois que Alina anunciou sua disposição de "dar", para poder custear seus estudos, ficou estabelecido que o homem pagaria as despesas de transporte, hospedagem e um adiantamento de 4.000 libras (pouco menos de 50% do valor do "negócio").

As restantes 4.800 libras foram pagas pouco depois de os dois se despedirem, no domingo passado. O italiano garantira, por e-mail, "submeter-se a uma cobrança judicial", caso Alina não tivesse confiança de que ele pagaria o valor completo.


Outras virgindades vendidas...
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Domínio '.br' faz 20 anos


No mesmo mês em que o domínio '.br' faz aniversário de 20 anos, bem comemorados com mais de 1,6 milhão de registros na internet, uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostrou que as empresas nacionais têm colaborado em muito com o crescimento no número de websites brasileiros.

O levantamento, realizado entre outubro e novembro do ano passado, mostrou que já chega a 53% a parcela de companhias que possuem página na internet. Isso representa um crescimento de 7 pontos percentuais frente ao observado em 2007, quando 46% das empresas brasileiras tinham website. Pelo estudo mais recente, dentre as empresas consideradas grandes, a porcentagem sobre para 88% e, nas de médio porte, fica em 76%.

A utilização da internet como ferramenta de marketing e de prospecção de novos clientes também mostrou avanço dentre as companhias "online". Do grupo que tem site na rede mundial, subiu de 48% para 52% a parcela das que colocam os catálogos de seus produtos e preços às vistas do consumidor que compra ou pesquisa pela rede.

No entanto, as empresas brasileiras ainda não investem muito nos recursos de negócios via web que exigem tecnologias mais complexas. Uma amostra disso revelada pela pesquisa é que apenas 13% das que possuem site oferecem instrumentos para a compra de seus produtos pela internet. Ou por despreparo, ou por falta de recursos, segundo Augusto Cesar Gadelha Vieira, coordenador do CGI.br e secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

Para ele, os dados mostram que as companhias nacionais ainda utilizam pouco a rede para realizar negócios efetivamente.Esta avaliação é reforçada quando se analisa a parcela das empresas que utilizam provedores de velocidade alta (acima de 2 Mbps) para download, essenciais para a disponibilidade dos recursos de comércio eletrônico, por exemplo. Apesar de ter subido de 4% para 10%, esse percentual ainda está muito abaixo da parcela das companhias que utilizam banda de velocidade média (de 256/300 até 2 Mpbs), que passaram de 44% para 60% entre 2007 e 2008.

Gadelha lembra que o baixo acesso à banda larga é um limitador para as empresas expandirem seus negócios via internet. "A velocidade que as empresas mais utilizam ainda é baixa (para o comércio online). A banda larga tem que se estruturar melhor no Brasil e, quando ela baratear, essa situação vai mudar", preconiza o secretário.

By: PEGN.

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e-Flation


Em janeiro, o e-Flation, índice de inflação na internet, registrou deflação de 0,23%. O indicador é desenvolvido pelo PROVAR – Programa de Administração do Varejo, da FIA – Fundação Instituto de Administração, em parceria com a Felisoni Consultores Associados, informa o Canal Executivo.

As categorias que tiveram maior queda no mês foram: “Eletroeletrônicos” com 2,57%, seguida de “Linha Branca” e “Perfumes e Cosméticos”, que apresentaram deflação de 2% e 0,17%, respectivamente.

Para o coordenador-geral do PROVAR, Cláudio Felisoni de Angelo, as ofertas e liquidações características de janeiro propiciaram a queda de preços de produtos na internet. Além disso, o especialista ressalta que a alta do dólar e a volatilidade das taxas cambiais também influenciaram os preços.

Das dez categorias pesquisadas, sete registraram variação positiva nos preços. Dessa forma, o e-Flation apontou inflação nos grupos “Livros”, 7,12%; “Brinquedos”, 3,87%; “Eletroportáteis”, 3,77%; “Cine e Foto”, 2,52%; “CDs e DVDs”, 2,16%; "Informática", 1,68%; e “Telefonia e Celulares” com 0,59%.

O e-Flation de janeiro é avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, compõem o que se chama de "campeões de vendas".

By: PEGN.

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Pirataria punida


A Justiça de São Paulo condenou um analista de sistemas por utilizar a internet para vender álbuns piratas dos Beatles.

É a primeira vez que alguém é condenado por esse tipo de crime no país, de acordo com informações da Associação Antipirataria Cinema e Música.

O acusado usava um site para vender CDs com músicas dos Beatles em formato MP3. As encomendas negociadas na rede eram entregues pelos Correios, após depósito bancário. Entre janeiro e julho de 2003, ele teria feito 140 entregas desses produtos, a preços entre R$ 10 e R$ 20 por unidade.
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No escuro


Aqui está uma das razões sobre o que falei no post anterior. Isto é o começo:

'Os brasileiros que usam a internet são confiantes sobre sua segurança, dedicam mais tempo a blogs do que usuários de outros países, mas se preocupam pouco com o que as crianças e filhos fazem na internet. Foi o que constatou uma pesquisa realizada com usuários de oito países - Brasil, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha, França, China e Japão - e divulgada nesta quinta-feira pela fabricante de softwares de segurança Symantec...

Mas o estudo mostrou que a aparente liberdade online se estende às crianças, o que pode envolver riscos. Em média, apenas um terço dos adultos que usam a internet se preocupa com o que seus filhos fazem na rede mundial. O Japão (43%) é o país em que os pais são mais "relaxados", e o Brasil vem logo atrás, com 34% dos entrevistados - Estados Unidos (21%), Grã-Bretanha (25%), Austrália (23%), Alemanha (33%), França (26%) e China (29%).'


Não deixem de ler toda a matéria.
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Mais Golpes pela Internet


A facilidade de comprar pela internet e para acessar informações bancárias pelo computador de casa pode se transformar em dor de cabeça. O trabalho da delegacia especializada neste tipo de crime tem aumentado nos últimos meses em Curitiba. De acordo com o Núcleo de Combate aos Cibercrimes (NUCIBER), são registrados 250 novos casos de golpe por mês. Os prejuízos variam de R$ 100 a R$ 5 mil. [...]
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Teles e Banda Larga


Desde que o governo aceitou trocar o compromisso das teles de implantação de postos públicos de serviços de telecomunicações pela construção de estradas para transmissão em banda larga nos municípios, os provedores de acesso à internet entraram em alerta máximo, com receio de que as teles monopolizem esse mercado, a exemplo do que acontece na telefonia fixa local e tende a se repetir na TV paga. Anteontem, dirigentes de entidades dos provedores de acesso à internet tiveram reunião com representantes da Casa Civil e dos Ministérios das Comunicações e do Planejamento, no Palácio do Planalto.

Eles procuraram o governo por causa de rumores de que as regras de funcionamento do setor seriam alteradas. Hoje elas qualificam a internet como serviço de valor agregado, o que impede as teles de oferecerem o serviço diretamente ao usuário. Elas o fazem por intermédio de subsidiárias ou coligadas, provedoras de internet. Pouco depois do término da reunião, na Casa Civil, em que o governo assegurou que não haveria mudanças, circulou uma nova minuta do decreto presidencial sobre o Programa Banda Larga na Escola, a ser assinado nas próximas semanas.

A minuta, a cuja cópia a Folha teve acesso, afirma que as pessoas jurídicas interessadas em participar do programa oferecerão "diretamente ou por terceiros, conexão em banda larga e transporte de dados, bem como provimento de acesso à internet às escolas, mediante condições estabelecidas em Termos de Adesão próprios". A versão reacendeu o alarme entre os provedores, que vêem no texto uma abertura para o avanço das teles. "É um absurdo, uma total mudança nas regras", afirmou o presidente da Abranet (Associação Brasileira de Provedores de Acesso à Internet), Eduardo Parajo. Segundo informações de provedores, a minuta anterior, que circulou em dezembro, dizia que o programa seria executado "em parceria com os prestadores de telefonia, mediante adesão", e não dava abertura para as teles oferecerem o acesso à internet diretamente. [...]
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Bandeira Feia?




Eu gosto. Nunca havia pensado na opinião alheia quanto a nossa bandeira. Acabei descobrindo que mesmo alguns brasileiros a acham feia.

Essa foi a mesma opinião de um professor de filosofia neozelandês, em sua página na internet, elegendo as melhores e as piores bandeiras do mundo, levando em conta apenas o valor estético. Para ele, a nossa bandeira é a “mais feia entre todas as nações independentes”. Já a bandeira da Argentina é considerada bela, com “boa escolha de cores”.

Bem, gosto é gosto e não se discute.
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Comério Eletrônico

As vendas do comércio eletrônico brasileiro devem crescer 45% neste Natal, atingindo um faturamento recorde de R$ 1 bilhão. O computador está cada vez mais popular e as compras pela internet estão crescendo em todas as classes sociais, principalmente entre os jovens, informou o G1.
Nove milhões e meio de pessoas já usam o comércio eletrônico no Brasil, atraídos pela facilidade. 'Esta época é meio ruim ir para o shopping, que está lotado, pela internet vale mais a pena', diz a estudante Gisele Gandin. 'É mais prático, ainda mais nesta época do ano', concorda a irmã, Joana Gandin.
Mas, assim como no mundo real, o consumidor precisa tomar alguns cuidados. A primeira dica para quem vai fazer uma compra pela internet é entrar apenas nas lojas mais conhecidas e desconfiar de preços muito baixos.
Quase metade - 48% dos compradores - têm até 34 anos. Para estes jovens, o desafio é o mesmo que muita gente enfrenta no mundo real: resistir às tentações que não cabem no orçamento.
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