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“O que aprender com o crime”

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Amei este texto.Por isto roubei-o do meu querido amigo Nanael, editor do blog Palavra de Nanael. 

Boa leitura, boa reflexão…

 

O_Poderoso_Chef_o

Não. Antes que alguém tenha um ataque histérico (ou escrotal), não estou defendendo nem mesmo elogiando os criminosos. Este texto apenas mostra porque o crime organizado parece funcionar tão bem, enquanto o poder público instituído parece ter tomado uma overdose de sonífero. Dentre os muitos motivos, cito alguns dos principais:

  • Primeiro porque é organizado. As comunicações são eficientes e seus integrantes se entendem, não há quebra de hierarquia sem punição exemplar e o objectivo de cada um é fazer tudo funcionar. Precisou agir, se age. Não se extraviam documentos e não se aceitam desculpas para o erro;
  • Segundo porque não há favorecimentos. Se alguém consegue produzir tem recompensa, se não consegue não tem. Simples assim. Pode ser um figurão na organização, se der palpite errado terá, no mínimo, que prestar satisfações formais ao grupo, às vezes até à comunidade em que se instalaram;
  • Terceiro porque não há burocracia. A documentação é a mínima necessária e o que já foi apresentado não será exigido novamente. Ninguém fica sem trabalho por isto, apenas se passa muito rapidamente da papelada para o "trabalho" propriamente dito, e este é estimulado. Sem os excessos dos documentos supérfulos, que facilitam fraudes, todas as decisões são ágeis e precisas, deixando mais tempo e recursos para o que realmente interessa;
  • Quarto porque não há conflitos de interesses. Quando se precisa comprar armamento, se compra armamento; quando se precisa comprar viaturas, se compram viaturas, mas carros de verdade, não bolinhas com motores de mil cilindradas e sessenta e seis cavalos. As decisões de compra são tomadas com base nas necessidades, não há margens para preceitos pessoais emperrarem o que precisa andar, até porque cada área é regida por profissionais competentes, não leigos burros da base aliada;
  • Quinto porque existe lealdade (ainda que na marra) à organização. Se alguém disser que vai dar o seu pior para atrapalhar as decisões do maioral, na mesma noite estará falando bobagens ao capeta. Não gostar do outro não é motivo para emperrar o progresso do grupo. É comum matar o chefe para tomar seu lugar, mas enquanto ele for o chefe, haverá respeito e presteza às suas ordens;
  • Sexto porque não há corrupção. Desviar verba é suicídio. Sempre haverá alguém que denuncie, de olho no cargo, o meliante. Ninguém atrapalha as investigações internas, ser amigo ou parente não livra a cara e tudo é rápido, não se perde tempo com trâmites fúteis. Os membros do grupo agem sabendo que terão satisfações se alguém lhes prejudicar, seja quem for;
  • Sétimo porque as leis são simples e claras, não dando margens para interpretações, porque interessa ao comando que seus membros saibam de cór seus direitos e deveres, porque nenhum advogado vai safar quem descumprir as regras, ainda que seja alguém querido no meio.

Foi muito triste para mim, há cerca de dois anos, perceber que o modelo ideal de administração pública está entre os criminosos. Vivo sendo atrapalhado por gente que não quer trabalhar, outros que vivem ligando para o sindicato para saber se há alguma greve agendada, já de olho em algum ponto turístico, por pessoas que inventam burocracias torpes para afagar seus egos (estou sendo gentil, não falarei de cousa pior) megalomaníacos. Poderia faltar ao trabalho por três dias sem ter que dar satisfações, mas as muitas horas extras que já tenho não interessam a ninguém, na verdade nem são computadas, já que não serão pagas mesmo. Ou seja, me pagam para não trabalhar, talvez seja o que estou fazendo de errado.

Elogios pelos meus serviços já recebi, mas elogios não custeiam minhas necessidades, não facilitam meu trabalho, não curam lesões por esforço repetitivo, nem mesmo me interessam. O que preciso é de resultados.

Como eu há muitos, muitas pessoas que já pensaram em abandonar o serviço público e de vez em quando voltam a cogitar. Porque gente que trabalha e faz tudo funcionar, não é interessante nem mesmo para o tolo eleitor, que gosta de barulho e confete. Como eu há muitos que não se conformam, sabendo que qualquer ladrãozinho na cadeia recebe mais recursos do que nos pagam de bruto.

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"Faltam Cores"

Lembram que postei alguns Bugattis coloridos e que comentei achar que o mundo andava meio cinza e sem graça por falta de cores? Pois bem, meu queridíssimo amigo Nanael Soubaim do blog, Palavra de Nanael escreveu sobre a minha indignação com maestria. Só ele mesmo prá colocar em letrinhas o que eu penso. Sem contar que ele tem conhecimento de causa. Leiam pois o texto é excelente, enriquecedor, uma delícia.

Obrigada, amigo.



"New está certa. Faltam cores nos leques oferecidos pelas montadoras. Embora a culpa não seja exclusivamente delas.

As concessionárias economizam com estoque, com a baixa oferta de cores, por isso mesmo não estimulam a população a escolher cores. O povo, por sua vez, fica com medo de na hora da revenda, ficar difícil passar o possante para frente. Deixam de comprar o que gostam para agradar aos outros. A argumentação de que há cores mais fáceis de vender cai por terra, quando se analisa seriamente o mundo dos carros usados.


No meu tempo, não havia tanta exigência estética na compra de um usado. Primeiro porque compra um carro usado quem precisa, se pudesse compraria um novo e escolheria desde a cor até os acessórios da loja autorizada; Segundo porque ninguém tem os mesmos gostos que os outros, por mais predominantes que sejam. Se olhavam a estrutura e a mecânica, nem sempre a cor decidia a compra. Nem todos gostam realmente de cores sóbrias, a prova é o sucesso de vendas do Ecosport, que oferece tons de amarelo e vermelho dignos dos anos 1970, bem como as picapes grandes, como a F250 e as mais arrojadas, como a L200.

Na verdade, perguntando às pessoas que compram carros usados em tons de cinza, preto, branco ou prata, vi que elas também têm muito medo de ser difícil passar o carro para frente, mais tarde. Há, nas redondezas do meu bairro, uma F250 laranja-tô-podendo, não bastando o tamanho, o carro é visível a quilômetros, mesmo de noite.

Notaram? Não é gosto, é medo de rejeição. Neste caso é psicologia agravada pela economia. As pessoas não compram o que gostam porque alguém (quase sempre garageiro) pode usar o mito instalado para depreciar o carro. Os ladrões agradecem.



Os carros estão todos muito iguais, com essa monotonia cromática fica fácil roubar um e escondê-lo no próprio trânsito pesado das metrópoles. Ninguém tenta roubar um Opala SS 1975, simplesmente porque os tons que oferecia (principalmente aquele verde escandaloso) o destacavam no trânsito por mais cores que os outros carros tivessem. E eram muitas cores, era praticamente impossível confundir dois carros na multidão rodante, a não ser que fossem duas Kombis dos correios.

Ah, a Kombi. Lembro que ela já teve um leque muito bom de cores, inclusive contou, por muitos anos, com a charmosa pintura saia-e-blusa, com a parte acima da linha da cintura branca e a de baixo em outra cor qualquer, como vermelho, azul ou verde. Hoje só sai branca, alegam que para reduzir custos. Mas não dava para oferecer cores opcionais? Eu conheço mecânica industrial, sei que é possível, muito mais questão de vontade que de técnica ou economia. Mas não é a primeira besteira daquela que já foi minha montadora preferida.

Não que eu escolhesse uma combinação de roxo e vermelho escarlate, se fosse comprar um carro novo, mas um azul celeste intenso eu compraria.

Aliás, as seguradoras parecem ainda não ter notado o tamanho da seriedade: É muito fácil esconder um carro no trânsito. Se um ladrão tiver que escolher entre um Ecosport amarelo e um dourado-esmaecido, o segundo será candidato a virar clone. É muito fácil. Cores que o mitológico mercado (que não passa de multidão, multidão não raciocina) compra em excesso facilita a vida do meliante, dificultando a recuperação e tornando o carro uma escolha mais óbvia. Porque não se oferece um dourado vivo, mas tons esmaecidos ou sombrios de dourado, o mesmo valendo para a prata. São tons muito parecidos e muitíssimo fáceis de confundir com outros. Imaginem o cidadão chegando à seguradora e ouvindo "Cinza? Bem, então há um acréscimo de 5% na franquia". Asseguro que um saia-e-blusa vermelho e branco é tão ou mais sóbrio que as cores tristes tão em voga, mas muito mais difícil de esconder, seja no trânsito, seja em uma vila da peripheria.

Quem dera fosse só (?) com os automóveis. Hoje as pessoas acham prejorativamente brega ter um liquidificador azul na cozinha, pior ainda se toda esta for colorida. Tudo tem que ser branco, cinza ou preto. Meu, a cozinha é o coração da casa! Se o coração da casa é sombrio e triste, que dirá o resto? Nem panos de prato bem bordados são admitidos, porque não se acha chique. Desculpem, mas sou do tempo em que chique era ser sem fazer força, sem querer seguir modas ou (muito menos) agradar aos outros. Se a questão é ser "chique", sigamos o exemplo da Rolls Royce, que oferece a cor que o cliente escolher, seja ela qual for e em que combinação for.

Alguém pode argumentar que o mundo está sombrio, que a sociedade está sombria e que o "mercado" só reflete as tendências. Repito então: Não existe mercado. Existem multidões que, como tais, não raciocinam, portanto também não se regulam, ficando à mercê de qualquer espertalhão que saiba vender suas idéias, sejam quais forem. Multidões não raciocinam, portanto também não escolhem, simplesmente seguem. O mundo e a sociedade são as pessoas, os indivíduos; eu, tu, ele, nós, vós, eles. Cada um de nós, não um ser sobre humano e intangível. De cada um de nós, eu não aderi a essa histeria pré fabricada.



Se começam a aparecer pedidos de ventiladores verdes, carros lilazes, armários de aço azuis, eles serão fabricados, no mínimo como opcionais, dependendo da demanda, esta que depende de cada um de nós.

Houve uma tentativa, nos anos 1980, de resistir à melancolia coletiva em que mergulhamos, por conta das besteiras que nós mesmos fizemos. Houve exageros de formas e tons, mas foi uma tentativa de as pessoas não se entregarem. Porque só às trevas interessa uma população apática e conformada. Das cores passaram para os filmes, os programas de televisão, as músicas, até os quadrinhos. Tudo ficou triste e pessimista. Feio. A alegria não se expressa mais no jeito de ser, mas nos abusos, na vulgaridade e na depredação.

Eu gostava mais quando cores e formas davam nossos recados."

By: Palavra de Nanael.
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De boca aberta

Desculpem-me mas essa é daquelas que não consegue deixar nem a boca fechada...

Uma americana de Cleveland, Ohio, cometeu o engano de dizer a seu pai que tinha acabado de perder a virgindade. E.F. , 18 anos, tentou enviar uma mensagem de texto a um amigo contando o fato, porém enganou-se mandou o torpedo para o pai, informou o diário El Universal. A mensagem, cujo destinatário deveria ser uma amiga diz "Santo Deus, acabo de ter minha primeira vez na praia. Foi genial. Gostaria que você estivesse aqui".

Para a surpresa dela, o pai imediatamente respondeu: "eu suponho que você quisesse mandar esta mensagem a outra pessoa". E, em seguida, o pai mandou outra mensagem: "a viagem escolar terminou; regresse amanhã no vôo das 7h10 por Delta; use meu cartão de crédito para pagar o táxi". O segundo erro da jovem foi contar a história a alguém que a espalhou pela Internet e fez chegar à imprensa uma foto do iPhone da jovem com a mensagem registrada.


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"A Criança e Deus"

Acabei de chegar em casa da night. Fomos a um barzinho que frequentamos sempre quando estou em Ribeirão. O ambiente é uma delícia com música de vários gêneros e ao vivo. Cantamos e dançamos bastante.

No final da noite, um dos clientes assíduos fez a gentileza de distribuir às mães, um texto lindíssimo e resolvei postá-lo. Como no texto não tinha o autor, fui pesquisá-lo na net e, por sorte, acabei encontrando-o. Espero que gostem.



"A Criança e Deus"


Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:

- "Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã... Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?"
E Deus disse:
- "Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você."
Criança:
- "Mas diga-me: aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?"
Deus:
- "Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz."
Criança:
- "Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?"
Deus:
- "Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar."
Criança:
- "E o que farei quando eu quiser Te falar?"
Deus:
- "Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar."
Criança:
- "Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?"
Deus:
- "Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida."
Criança:
- "Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais."
Deus:
- "Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você."
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
- "Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo."
E Deus respondeu :
- "Você chamará seu anjo de ... MÃE.


Autora: Rita Elisa Seda
(extraído do livro "Troféu").



Um Feliz e Maravilhoso Dia das Mães!

Beijos no coração de todas.
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Preconceito - Dica do Moura

Texto que veio, carinhosamente, do amigo e parceiro Moura que o recebeu por e-mail. Espero que gostem.


Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
- 'Qual o problema, senhora'?, pergunta uma comissária.
- 'Não está vendo? - respondeu a senhora
- 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui.
- Você precisa me dar outra cadeira'.
'Por favor, acalme-se - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados.
- Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
- 'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica.Temos apenas um lugar na primeira classe'.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua: 'Veja, é incomum que a nossa companhia permita a um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
- Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.'


By: Blog do Moura
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Chuletor

Não falta mais nada nesse mundo. Encontrei no Blog do Neozinhoo, um programinha para fazer cola. Pode? Trata-se do Xuletator - Programa Para Fazer Colas, ou Chuletor.
E pensar que quando eu fazia cola usava caneta tinteiro com a pena virada para a letra ficar mais miudinha ainda. Aff!!! Que trampo. O mais incrível é que quando eu terminava, depois de um tempão, de escrever o raio da cola toda, eu já sabia a matéria toda. Acabava lenvado a dita cuja só por garantia. Era uma maneira de memorizar. Hoje? nem cola mais dá trabalho.


"É só copiar e colar a matéria que você deseja fazer a cola, ou até mesmo digita-la, pois o Chuletador vem com um editor de texto pra isso. Depois é só mandar imprimir… O programa gera automaticamente uma tirinha de 3×10 cm, que fica facinho de você esconder… Ninguem mais vai te pegar colando com aquelas colas enormes e mal feitas."


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Cool Text


Para fazer textos legais com várias fontes, cores e tamanhos, pode dar uma espiadinha nesse site também.
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