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Cartilha


O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, lançou hoje a cartilha 'Brasileiras e Brasileiros no exterior' e afirmou que pretende inaugurar ainda este ano casas do trabalhador brasileiro em cinco países.

Segundo Carlos Lupi, as negociações com os governos da Itália e de Portugal para a implantação das casas estão bem avançadas. "Esses convênios contemplam a instituição, por exemplo, de uma casa do trabalhador brasileiro na Itália e uma casa do trabalhador italiano no Brasil", explicou. O ministro esclareceu ainda que a idéia é complementar o auxílio já prestado pelas embaixadas e consulados do país aos brasileiros residentes no exterior...

A partir de hoje, a cartilha está sendo distribuida - gratuitamente - no aeroporto de Brasília e, já na semana que vem, começa a ser entregue a embaixadas, consulados postos da Polícia Federal e associações de todo o país. A cartilha também está disponível no site do MTE (clique aqui). [...]

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Dicas - Importando Com Segurança


Mauro de Brito, coordenador especial de Vigilância e Repressão da Receita Federal, ensina:

“É fundamental que o consumidor se informe sobre taxas e alíquotas”, alerta Ademar de Souza, gerente de Negócios Internacionais dos Correios. “Boa parte de nossos clientes é surpreendida na hora de pagar o desembaraço aduaneiro de um produto importado, porque comprou por impulso na internet sem saber as taxas a que estaria sujeito”.

Além da questão tributária, há outros pontos a que o consumidor precisa ficar atento ao comprar no exterior via internet.
- Remessas: antes de efetuar o pagamento com cartão de crédito ou transferência, é preciso confirmar com a loja se ela efetua remessas para o Brasil. Mesmo grandes lojas virtuais, como Amazon.com, fazem restrições ao envio de determinados produtos. Também é recomendável dar preferência a sites recomendados por conhecidos, já que, se houver algum problema, será mais difícil reclamar.
- Garantia: o Procon–SP recomenda que o consumidor pense bem antes de comprar um produto no exterior, pois esse tipo de transação não é coberta pelo Código de Defesa do Consumidor brasileiro. Qualquer problema no processo de compra terá de ser resolvido diretamente com a loja, não cabendo ação legal no Brasil. Uma forma de ter maiores garantias seria adquirir o produto por meio de um importador estabelecido no Brasil, pois assim este passaria a ser responsável pelo artigo comprado. No entanto, fazendo isso, seria necessário pagar pelo serviço, o que tornaria o preço menos compensador.
“O consumidor tem que analisar ainda que não há garantia para o produto, pois não há nota emitida no Brasil”, destaca o consultor de varejo online da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Gastão Mattos. As exceções são os artigos que possuem garantia global, oferecida por algumas empresas.

- Regime Simplificado: para comprar mercadorias de até US$ 3 mil, a importação pode ser feita pelo regime simplificado da Receita Federal. Acima disso, é necessário ter cadastro de importador ou utilizar um despachante aduaneiro. Na modalidade simplificada, o imposto de importação é de 60% sobre a soma total do preço do produto, custos de transporte e seguro de envio (opcional). Essa alíquota não vale para bebidas alcoólicas, fumo e produtos de tabacaria (nesses casos, a alíquota é superior). É comum ouvir que produtos de até US$ 50 não pagam imposto ao entrar no Brasil por via postal. Mas isso só vale para presentes (ou seja, quando remetente e destinatário são pessoas físicas). Livros, jornais e periódicos impressos em papel também não pagam impostos, a exemplo de medicamentos, para os quais se exige receita médica.

- Desembaraço Aduaneiro: para bens de até US$ 500, o cliente não paga taxa de desembaraço aduaneiro aos Correios. A partir desse valor, há a opção de desembaraço simplificado, que custa R$ 150. Quando há mais de um produto na mesma remessa, a partir do segundo, a taxa é de R$ 25 por artigo. Usando o serviço dos Correios ou de qualquer empresa de envio expresso, incidirá ainda sobre o preço total do produto nacionalizado o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de cada estado. Isso quer dizer que o imposto estadual será calculado sobre o valor que resultar após a aplicação do imposto de importação.

Fonte: Gazeta do Povo - Curitiba.

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Compras Virtuais


Com dólar barato, compras virtuais no exterior são opções para o Natal.

Saiba quais cuidados são necessários ao comprar na web e quais impostos terá de pagar:

Mesmo pagando 60% de imposto de importação, ICMS (de acordo com o estado) e taxas de desembaraço aduaneiro, o consumidor pode ter vantagem ao comprar produtos pela internet fora do Brasil e importá-los pelos Correios. O principal motivo é a contínua baixa do dólar. Segundo o gerente de Negócios Internacionais dos Correios, Ademar de Souza, até julho deste ano, a quantidade de pacotes recebidos do exterior já era igual à de todo o ano passado. Com a proximidade do Natal, o movimento deve aumentar mais ainda. “Acredito que 2007 deve fechar com um movimento próximo a 200% do de 2006”, afirmou Souza.
O G1 pesquisou o preço de alguns produtos no Brasil e fez a simulação de quanto seria possível economizar comprando-os fora do país pela internet, como pessoa física. A tabela mostra que, para alguns produtos, a economia pode ser considerável. No entanto, há muitos produtos para os quais os custos aduaneiros e de transporte inviabilizam a importação. Os valores obtidos pelo levantamento no comércio brasileiro se referem a produtos encontrados em estabelecimentos que importam produtos legalmente, uma vez que na internet há vasta oferta de mercadorias de procedência duvidosa, com preços bem abaixo dos praticados pelo mercado.

Adquirindo o produto pela internet e pagando os tributos - se a compra compensar - o consumidor pode fazer economia sem infringir a lei.

Um engenheiro ouvido pelo G1, mais de uma vez comprou presentes para o filho de 11 anos pela rede. “Comprei jogos de cartas da Inglaterra e de Hong Kong. Da última vez que comprei, o produto em si custava US$ 0,99 e chegou à minha [...]
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